como levar o seu negócio para o online

Como levar seu negócio para o online

Como levar seu negócio para o online

Victor Baptista Victor Baptista27 de março de 2020
como levar o seu negócio para o online

Você sabia que durante a Black Friday 2019 cerca de 84% das pessoas adquiriram produtos online em e-commerces que nunca tinham realizado transações antes? E que na mesma BF, 33% dos internautas compraram em lojas virtuais que nunca tinham ouvido falar?

Esse comportamento de compra dos brasileiros, revelado pela pesquisa da Provokers Consultoria, é cada vez mais recorrente. E ocorre também em vários outros segmentos inclusive em empresas offline que estão também no meio digital.

O crescimento das vendas não é o único benefício que você pode obter ao levar seu negócio para o online. Outro resultado possível com sua empresa na internet investindo em Marketing Digital é a ampliação da consciência da marca (Awareness).

Quer descobrir como trazer seu negócio para o mundo digital? Confira esse post até o fim porque você vai ficar por dentro do básico que é preciso fazer para isso. Confira só:

Ter objetivos claros é o primeiro passo para o sucesso no mundo digital

Antes de investir tempo e dinheiro na criação do blog da marca e em perfis de redes sociais, é importante sempre ter em mente o real motivo de levar sua empresa também para o mundo online.

É para aumentar as vendas? Fortalecer a marca? Independente da sua motivação, é preciso entender que ela será a base para nortear, não apenas as estratégias e ações do Marketing Digital, mas de todas as suas decisões futuras.

Sem contar que o planejamento de Marketing Digital precisa ser baseado em dados que serão analisados estrategicamente de acordo com os objetivos do negócio no meio online.

Eles tornam mais simples a compreensão da jornada do cliente (porque você vai passar a entender como eles se comportam no digital) e também criar ações de acordo com o  funil de marketing.

Entenda bem seu público-alvo

público alvoAntes de entrar no meio online, é importante sua empresa conhecer muito bem o público-alvo que quer alcançar e também o que já está atingindo. Como se comporta seu target no meio digital? Isso é algo que você precisa saber para assegurar o sucesso das suas estratégias online.

Para isso, é necessário realizar pesquisas de marketing, entre outras, para analisar profundamente o mercado e seu público-alvo. E assim descobrir se vale mesmo a pena levar sua empresa para o meio online.

  • Seu target realmente compra pela internet ou apenas consome conteúdo online antes de realizar a transação?
  • O público-alvo tem o hábito de pesquisar online e comprar na loja física?
  • Ou compra online, mas antes  costuma ver o produto fisicamente em um ponto de vendas offline?

Tudo isso precisa ser pesquisado e analisado para descobrir se realmente vale a pena o investimento em canais digitais e até mesmo em quais deles.

Entenda sua persona para investir nos canais de marketing digital mais adequados

Diferente do público-alvo, as personas da marca são as representações semi ficcionais dos clientes ideais do seu negócio. Caso sua empresa já as tenha, é importante atualizá-las periodicamente inclusive antes de entrar no digital.

Se não tiver, é importante desenvolvê-las porque a criação de personas ajuda muito em diferentes aspectos do Inbound Marketing. Desde a escolha dos canais de marketing digital mais adequados até a orientação de produção de conteúdo para blog.

Com essa humanização de dados, é mais fácil se colocar no lugar dos internautas e criar ações de Marketing Digital mais efetivas em todas as fases do funil.

Então, por exemplo, se sua empresa tem personas, é mais fácil entender se vale a pena ter uma conta da marca no Instagram ou se faz mais sentido investir em Facebook Ads. Ou até mesmo se manter um blog é mesmo a melhor estratégia no seu caso específico.

Invista em produção de conteúdo

Criar um blog traz vários benefícios para sua empresa. Um dos mais importante é o fortalecimento da sua marca porque ela passa a ser conhecida por internautas de todo o Brasil e do mundo como autoridade no seu nicho.

Sem contar que facilita ainda que seu negócio seja encontrado no Google e outros buscadores pelas pessoas certas. O que contribui bastante para a geração de leads qualificados para seu negócio, além de aumento de tráfego orgânico.

Mas, vale lembrar que produção de conteúdo é algo mais amplo. Ou seja, vai além de conteúdo otimizado para blogs e sites. Isso porque inclui também as postagens realizadas nas redes sociais e até os vídeos produzidos para Youtube.

Distribua o conteúdo estrategicamente nas redes sociais

Marcar presença nas social medias é fundamental para começar uma conversa com suas personas e ainda distribuir os conteúdos do blog. Mas, nem sempre vale a pena criar perfil da marca em todas as redes sociais.

Na verdade, a dica é descobrir antes onde sua audiência está. No Facebook e no Instagram? Ou apenas no LinkedIn? Caso seu negócio tenha uma grande variedade de personas espalhadas pelas principais social medias, é importante se comunicar de forma assertiva com elas.

Para isso, é necessário muita pesquisa e planejamento de social media para realizar ações e campanhas mais assertivas para conectar sua marca com os clientes e prospects.

Estreite o relacionamento com campanhas de e-mail marketing

Outro tipo de produção de conteúdo é a criação de textos para campanhas de e-mail marketing. De uma maneira mais pessoal (comunicação 1 para 1 assinada por um membro da sua equipe e sem preocupação otimizações de SEO), essas mensagens precisam ser autorizadas pelos destinatários.

Dependendo da estratégia da sua marca, esses e-mails podem ser mais persuasivos e/ou informativos. Embora o ideal seja fazer um mix de ambos ( por exemplo: a cada 8 informações e conversas, 1 mensagem mais persuasiva para estimular as vendas).

Vale lembrar que as automações de e-mail marketing permitem que você realize segmentação dos contatos com maior facilidade, além de possibilitar a personalização do conteúdo que você irá enviar. O que simplifica o processo de nutrição de leads do ponto de vista tático.

Use os mecanismos de busca ao seu favor

use o seoAs pessoas estão pesquisando cada vez mais na internet antes de comprar produtos online ou em lojas físicas e começar um relacionamento duradouro com as marcas.

Quando o seu blog responde para os internautas as principais dúvidas que eles têm relacionadas ao seu nicho, além de conferir mais autoridade a sua marca, ainda faz com que sua empresa esteja sempre viva na mente dos possíveis consumidores e clientes atuais.

Por esse motivo é recomendado que você invista em Search Engine Optimization (SEO) quando levar seu negócio para o digital. Isso porque serão realizadas várias estratégias e técnicas de otimização de site para buscadores.

Mas, vale lembrar que SEO está ligado à busca orgânica e traz resultado ao longo prazo. Por esse motivo se você quiser resultados imediatos para divulgação da sua marca, a dica é investir em publicidade online nos buscadores que seu público-alvo mais utiliza.

Mensure todas as suas ações no meio online

Outra coisa fundamental que você precisa saber antes de levar seu negócio para o digital é que tudo precisa ser medido e acompanhado frequentemente para poder ser analisada.

Para isso, será necessário usar algumas ferramentas de Marketing Digital específicas como:

Analise dados para entender o que está dando certo

Uma das etapas mais importantes do Marketing Digital, a análise de dados é indispensável para obter bons resultados no meio online. Isso porque permite que você avalie periodicamente durante o processo o que está funcionando bem e o que precisa ser aprimorado.

Uma das ferramentas básicas para fazer isso é o Google Analytics. Com essa solução da empresa dona do maior buscador do mundo, você pode acompanhar a performance dos principais canais em um só lugar. Além disso, é possível descobrir em quais valem a pena investir.

Quer saber como usar o Google Analytics para investir em canais de Marketing Digital? É só assistir o vídeo abaixo porque nele eu explico como fazer isso passo a passo.

Conclusão

Levar seu negócio para o online é uma forma eficaz de expandir a consciência da sua marca (Awareness) e atingir o maior número de pessoas certas por meio da produção de conteúdo de qualidade focada nas personas do seu negócio e na divulgação nas social medias.

Sem contar que o investimento em diferentes canais de Marketing Digital ainda colabora para o aumento das vendas online e até mesmo offline. Isso porque a jornada do cliente na era mobile está cada vez mais multicanal (Omnichannel).

Quer aprender Marketing Digital para ajudar a potencializar os resultados do seu negócio? Assine a newsletter Marketagem para receber conteúdo novo via e-mail. Vale a pena também acompanhar nossas redes sociais e Youtube!


Benefícios de ter um blog

Benefícios de ter um blog

Victor Baptista Victor Baptista14 de janeiro de 2020

 

Fundamentais na produção de conteúdo para muitos segmentos e fortes aliados do SEO, os blogs de empresas estão conquistando cada vez mais espaço na internet.

Para se ter uma ideia, em 2017, já existia 5,5 milhões de blogs no Brasil de acordo com dados da Big Data Corp. E desse total, cerca de 82% eram monetizados com publicidade online. E certamente agora em 2020, esse número já aumentou bastante.

Mas, não é só que tem um negócio próprio e nem grandes marcas que estão postando conteúdos em plataformas como Wordpress. Até quem quer se destacar no mercado de trabalho está apostando em blogs profissionais para crescer na carreira.

Sem contar que o bom e velho blog pessoal não perdeu seu espaço. Vale lembrar que grandes digital influencers costumam manter seus blogs pessoais sempre atualizados.

Quer conhecer os principais benefícios de criar um blog? Então fica ligado nesse post Marketagem porque eu explico para você os motivos para investir tempo e um pouco de dinheiro nessa ferramenta altamente estratégica. Confira:

Benefícios de criar um blog profissional

Transforma você em autoridade no assunto

Quando você escreve um post, sobre um tema que domina, em um blog  de terceiros que é referência ou até mesmo no LinkedIn, as pessoas já encaram você como autoridade no assunto.

Agora imagina quando você mesmo cria um blog sobre esse tema que domina… Você mostra ao mercado que entende mesmo da coisa e quando precisarem de um expert certamente vão lembrar de você.

O que pode trazer benefícios para sua carreira (mudança de emprego, recolocação profissional,  convites para palestrar, fazer lives, etc) e até mesmo para os negócios (aumento das vendas dos produtos ou serviços que você oferece, mais leads, etc.).

Ou seja, de um jeito ou de outro, compartilhar seus conhecimentos aprofundados e expertise em um blog próprio só agrega valor a sua reputação como profissional.

Permite começar uma conversa

A interação é algo que os blogs estimulam com o espaço para comentários abaixo dos textos postados. E uma dica para começar uma conversa com seus leitores é finalizá-los com perguntas abertas (que não seja para a pessoa dizer sim ou não).

Esse questionamento, que é uma tática chamada Call To Action (CTA), é bem estratégica já que você pode até ter insights para novos conteúdos de acordo com a resposta dos internautas. Mas, para isso, pergunte de maneira persuasiva e de acordo com seus objetivos com o conteúdo.

Você mesmo pode criar um blog (DIY)

Outra vantagem é que para produzir conteúdos em posts não é necessário gastar dinheiro contratando webdesigners, desenvolvedores ou webmasters. Isso porque você mesmo pode criar um site do zero mesmo sem ser profundo conhecedor de linguagem HTML.

Basta escolher um CMS gratuito como o Wordpress, que oferece uma grande variedade de templates grátis (o que resolve o problema do design). E usar alguns plugins para conseguir começar suas publicações em pouco tempo e sem nenhum gasto com plataforma.

Baixo custo

Como não precisa gastar dinheiro com mão de obra nem com plataforma, o blog é considerado um investimento mínimo que pode trazer ótimos resultados. As únicas coisas que você precisará pagar na hora de criar seu site do zero são:

  • Domínio: é o endereço do seu site. Ele precisa ser comprado e você paga um valor inferior a 50 reais por ano ou pode pagar mais garantido ele por até 10 anos. Um exemplo, para deixar mais claro, nosso domínio é: https://marketagem.com.br/

  • Hospedagem de sites (host): é o provedor que irá hospedar seu blog. Existem muitas opções no mercado e elas costumam oferecer planos específicos para Wordpress que incluem domínio, e-mails e CSS. Os valores variam bastante, mas você paga bem menos de 10 reais por mês na hora de contratar e menos de 30 reais mensais para renovar.

Benefícios de criar blogs da marca

Além de oferecer todos os pontos positivos de um blog profissional, os criados pelas empresas servem também para fazer as pessoas se conectarem com a marca de forma mais profunda. O que, sem dúvida, a fortalece bastante perante seu público-alvo.

Faz sua empresa ser encontrada no Google mais facilmente

A produção de conteúdo em blogs não só aumenta a autoridade da marca sobre determinados assuntos como ainda permite que ela seja encontrada no Google por quem está mais propenso a consumir seu produto ou serviço.

Isso, é claro, quando você otimiza o blog para buscadores (com técnicas de SEO) e também realiza o planejamento do conteúdo usando personas (estratégias de Content Marketing e Inbound) .

Ao otimizar seu blog para os principais mecanismos de busca, você permite que eles encontrem suas páginas e identifiquem sobre o que cada uma delas se trata.

Com isso, é possível indexar e ranquear as páginas no Google e outros buscadores. Portanto as técnicas e estratégias de SEO aumentam as chances de ficar na primeira página e fazem seu blog ser encontrado mais facilmente por suas personas.

Colabora muito com SEO

Muita gente pensa que otimização de sites para mecanismos de busca é algo extremamente técnico que envolve apenas conhecimentos profundos em linguagem HTML e plugins de Wordpress. Mas, isso é apenas parte do trabalho.

O conteúdo otimizado para SEO também é fundamental para que seu blog fique bem posicionado nos mecanismos de busca. Mas, para isso, é preciso que os textos dos posts sejam bem planejados, não apenas com pesquisa de palavra-chave, mas também levando em conta a intenção do usuário.

É indispensável para Marketing de Conteúdo

Criar maior conexão com seu público-alvo por meio de oferecimento de conteúdo de qualidade gratuito sobre temas que sua empresa domina e que são de interesse das audiências é uma das principais funções do blog da marca.

Isso porque ele permite tirar as principais dúvidas do seu target sobre os assuntos ligados ao seu nicho e educar a audiência sobre produtos ou serviços da empresa.

Para isso, é necessário produzir conteúdo focado na persona e também distribuir nas redes sociais para atrair leitores e ainda iniciar uma conversa.

Mas, antes de começar o planejamento do conteúdo, é importante se basear nas etapas do funil de marketing e a jornada do cliente.

É a base das estratégias de Inbound Marketing

Com conteúdos relevantes de qualidade, é possível atrair leitores para seu blog e mantê-los navegando nele. E ainda fazer com as que as pessoas assinem sua newsletter tornando-se leads que sua empresa precisará estreitar relacionamento por meio de campanhas de e-mail marketing.

Quando esses leads ficarem qualificados (ou seja, os mais propensos a fechar negócio com sua marca), é hora da equipe de Vendas Inbound entrar em ação para aumenta os lucros da empresa.

Blogs corporativos são estratégicos para empresas

Vale lembrar que Inbound Marketing, Marketing de Conteúdo e SEO funcionam muito bem juntos trazendo excelentes resultados como:

  • Aumento da consciência da marca (awareness)
  • Crescimento do tráfego orgânico
  • Geração de mais leads
  • Facilita vender mais pela internet

Conclusão

Ser reconhecido como autoridade no assunto e alcançar a primeira página do Google são alguns, dos vários benefícios, que criar um blog pode trazer.

Sem contar que investir na centralização de todo o conteúdo produzido por você ou sua empresa ainda requer baixo investimento já que você precisa apenas pagar hospedagem e plataforma.

Lembrou de mais algum benefício que a criação de blogs pode trazer? Compartilhe com a gente nos comentários. 

 

Victor Baptista

Fundador do Marketagem


Como usar o Google Analytics para investir em Marketing Digital

Como usar o Google Analytics para investir em Marketing Digital

Victor Baptista Victor Baptista9 de dezembro de 2019

Como distribuir o budget entre os canais de Marketing Digital da melhor maneira possível?

Quer saber como fazer? Acompanhe nosso post até o final porque você vai entender o que precisa ser configurado e avaliado no Google Analytics para investir na medida certa em cada canal. Ou então assista o vídeo abaixo para aprender como investir em Marketing Digital usando o Google Analytics. 

Definir objetivos é o primeiro passo

Quando uma empresa realiza o planejamento de Marketing Digital, ela toma como base os objetivos do setor (que de preferência devem estar alinhados aos do negócio).

A partir daí, esses objetivos devem ser quebrados em metas que se tornarão tarefas e serão organizadas em um cronograma para entrarem na fila de execução.

Aqui no Marketagem, por exemplo, usamos o Trello. Mas, assim como as metodologias ágeis variam de empresa para empresa, a forma de montar o cronograma de tarefas e gerenciar o tempo também pode mudar.

Só depois disso tudo é que o Google Analytics (GA) entra no processo para garantir a mensuração. Dessa forma os gestores e/ou outros profissionais responsáveis conseguem analisar a performance de cada canal de marketing da empresa.

Metas e objetivos não são sinônimos

Aumentar vendas é um exemplo de objetivo (ou seja, está ligado à estratégia) enquanto aumentar vendas em 30% em 4 meses já seria uma meta (que tem a ver com táticas).

Como transformar objetivo em metas no GA? No vídeo abaixo, eu explico os tipos de metas que podem ser configuradas na ferramenta de análise do Google e como funciona essa parte do planejamento de Marketing Digital.

A importância de configurar as metas no Google Analytics

Após determinar seu objetivo, é hora de cadastrar as metas desejadas na ferramenta. Isso porque são elas que vão indicar quando as atividades configuradas foram concluídas pelo internauta em seu site.

Então ao configurar metas no GA, você permite que a ferramenta gere métricas importantes como Taxa de Conversão e Conversão (quantidade de metas atingidas) para serem analisadas.

E com base nelas, você consegue identificar a contribuição de cada uma para os objetivos do negócio (o que é indispensável para todos os tipos de empresas principalmente para as totalmente online como uma loja virtual).

O que é a conversão no Google Analytics?

Conversão: o que é essa métrica do GA

Vale destacar que no Google Analytics, meta atingida é sinônimo de conversão. Ou seja, converter não se limita apenas a quantidade de vendas realizadas no seu site. Pode ser também:

  • Assinar uma newsletter
  • Baixar um e-book
  • Envio de formulário preenchido
  • Transação realizada no site
  • Dar play em um vídeo

Tipos de metas que podem ser configuradas no GA

  • Metas de destino: é aquela que você configura para cada vez que alguém chegar a uma página de agradecimento no seu site ser considerado uma conversão). Então por exemplo: assim que se você envia o formulário preenchido para receber a newsletter Marketagem por e-mail é direcionado para nossa página de Obrigado.

  • Metas de duração da sessão: é aquela que você configura no GA um determinado tempo de navegação em seu site. Então, por exemplo, se você configurou maior que 3 minutos navegando nas páginas, a cada pessoa que ficar 4 minutos ativa, passando de página em página, é considerada uma conversão pela ferramenta.

  • Página por sessão: é quando você configura no Google Analytics a quantidade de páginas que um usuário precisa acessar em uma sessão no seu site. Ex: o usuário entrou em 4 páginas em uma mesma visita ao seu blog. Se você configurou no GA, maior do que 3 páginas, essa conversão foi realizada.

  • Meta de evento: é quando você cria um parâmetro para alguma ação do usuário na sua página. Ex: é possível configurar rolagem completa. Então  cada vez que uma pessoa scrollar até o fim da sua página foi obtida essa conversão. Para configurar isso no GA, é preciso criar também tags na ferramenta Tag Manager do Google.

  • Metas inteligentes: não está disponível para todas as contas de Google Analytics. Mas, quem tem acesso a elas, pode criar metas personalizadas com o nome desejado.

Google Analytics, me ajuda?

Como o GA revela onde investir em Marketing Digital

Analisar o funil multicanal ajuda bastante a descobrir em quais deles você deve investir mais e menos. Isso porque esse recurso do Google Analytics mostra todo o caminho percorrido em suas páginas pela pessoa até a compra como:

  • Quantidade de visitas no seu site
  • Quantidade de metas do GA que foram realizadas antes de efetivar a compra
  • Quantidade de transações feitas desde que virou cliente

Por exemplo: um consumidor pode ter conhecido sua loja virtual ao pesquisar algo no Google e o blog da sua marca ter respondido. E a partir daí, essa pessoa começou a jornada do cliente. Leu posts, converteu várias vezes (baixando e-books, participando de lives, etc.) até que finalmente realizou a compra.

Em casos assim, os dados da ferramenta do Google vão indicar alta em métricas de conversão. O que vai fazer você concluir que vale a pena investir em SEO e em Inbound Marketing.

E possivelmente você irá planejar um aumento do budget para os dois no próximo quarter. E com o aumento do investimento em otimização para buscadores, você poderá reduzir um pouco o custo com Publicidade Online (Ads).

Uma outra forma de chegar a dados que irão ajudar é comparar segmentos de usuários (ex: comparar usuários que chegaram ao site através do orgânico e converteram VS usuários que chegaram ao site através do orgânico e converteram).

Conclusão

Configurar metas no GA permite que métricas de conversão possam ser analisadas na ferramenta. Além disso, os funis multicanais do Google Analytics mostram como cada canal de Marketing Digital contribui para os resultados da sua empresa.

Para você conseguir direcionar seus investimentos em Marketing Digital, da melhor maneira possível, é só analisar esses dados periodicamente.

Mas, lembre-se: as decisões de aumentar e diminuir os budgets de cada canal precisam ser tomadas levando em conta também o objetivo do negócio e as estratégias adotadas.

Quer entender mais sobre análise de dados? Continue acompanhando o blog Marketagem. Aproveite e assine nossa newsletter para receber os novos posts em primeira mão. 

Victor Baptista

Fundador do Marketagem


5 dicas de livros sobre Gestão de Projetos

Para conseguir crescer e desenvolver produtos ou serviços com excelência, as empresas precisam de métodos eficazes de gerenciamento de projetos. 

Dessa forma conseguem atingir os resultados desejados de forma eficaz.

Ao longo da história, as organizações foram desenvolvendo diferentes metodologias para gerenciar seus projetos de maneira mais efetiva e produtiva. 

Na Intel, por exemplo, foram criados os OKRs que são usados no Google até hoje.

Nós aqui do Marketagem também usamos metodologias ágeis como essa.

Mas, vale lembrar que em indústrias, por exemplo, os métodos mais tradicionais ainda são muito valorizados. 

Vai se preparar para tirar a certificação CSM ou PMP? Ou quer apenas aprender mais sobre gerenciamento?

Então se liga nesses livros de Gestão de Projetos fundamentais para quem quer entender do assunto. Confira:  

3 livros sobre Metodologias Ágeis

De acordo com o Project Management Institute (PMI), a definição de metodologia é: sistema de técnicas, regras, práticas e procedimentos que profissionais utilizam em suas rotinas de trabalho. 

Seguindo essa linha de raciocínio, quando esse sistema é focado em agilidade e eficiência para aumentar a produtividade sem perder a excelência, ele é chamado de metodologia ágil.

Scrum e OKRs são alguns exemplos de métodos inovadores de gestão de projetos muito utilizados em startups e empresas de tecnologia. 

Confira alguns livros sobre o tema que estudantes de Marketing Digital devem ler caso estejam se preparando para trabalhar em uma empresa que adota metodologias ágeis:    

Avalie o que importa: Como o Google, Bono Vox e a Fundação Gates sacudiram o mundo com os OKRs

Uma das metodologias ágeis muito usadas em empresas de todo o mundo, o Objectives and Key Results (OKRs) foi inventado por Andrew Grove, na década de 70, e validado lá na Intel onde ele liderava a operação na época.

Mas, foi no Google, cerca de 20 anos depois, que os OKRs ganharam fama mundial.

E John Doerr, no livro Avalie o que importa, conta como a metodologia ágil ajudou a startup californiana a crescer e se tornar o maior buscador do planeta, além de marca referência em seu segmento.

O best-seller, que tem como título original Measure What Matters: How Google, Bono, and the Gates Foundation Rock the World with OKRs, foi lançado este ano (em janeiro de 2019) e saiu em português pela Editora Alta Books.  

O que se aprende com o livro sobre OKRs de John Doerr

A obra conta tudo que quem pretende trabalhar com Marketing Digital em empresas que adotam a metodologia inovadora deve saber.

E também tudo que empresários precisam entender sobre OKRs para implementá-lo em seu negócio.   

  • O que são OKRs
  • Cases: Google, Adobe e de outras empresas
  • Gerenciamento contínuo de desempenho com OKRs
  • Como a cultura da empresa muda com o uso da metodologia ágil
  • Entre outros temas 

Scrum: a arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo

Lançado em 2014, com o título original Scrum: The art of doing twice of the work in half the time, o livro foi escrito por Jeff Sutherland.

Ele é ninguém menos do que o co-criador dessa mundialmente famosa metodologia ágil.

Recomendado para quem pretende conquistar o certificado CSM da Scrum Alliance, a obra também tem versão em português.

Ela foi lançada pela Editora Sextante e pode ser encontrada em livro, e-book ou audiobook. 

O livro Scrum também é fundamental para quem quer entender de fato como funciona essa metodologia ágil e até mesmo aplicá-la.

O que você aprende no livro sobre Scrum de Jeff Sutherland

  • Origem da metodologia 
  • Cases como o do FBI
  • Gestão do Tempo
  • Gestão de Equipe
  • Prioridades
  • O que é Scrum Master e Product Owner
  • Como começar a implementar o Scrum

Sprint: o método usado no Google para testar e aplicar novas ideias em apenas cinco dias

Método inovador e ágil criado pelo designer Jake Knapp e validado no Google, o Sprint é hoje usado por inúmeras empresas mundo afora.

De pequenas startups a grandes multinacionais. 

No livro Sprint, o autor  (que também é  criador do método) explica como o colocar em prática por meio de histórias interessantes de pessoas e situações cotidianas que ocorrem na maioria das empresas.

A publicação, que tem o título original Sprint: how to solve big problems and test new ideas in just five days, foi lançada em 2016.

Mas, também está disponível em português porque saiu pela Editora Intrínseca. 

O que você aprende lendo o livro sobre Sprint de Jake Knapp

É possível entender bem o que é Sprint e como implementá-lo em uma leitura leve e didática.

O próprio sumário já mostra a ideia geral dele por ser dividido em segunda a sexta simbolizando o cronograma de 5 dias sendo que os capítulos representam as tarefas que devem ser planejadas e executadas pelo gestor. 

Além disso, a primeira parte do livro intitulada “Preparando o terreno” fala sobre desafios, equipes, tempo e espaço

Quer saber mais sobre metodologias ágeis? Minha dica é dar uma lida  no nosso post Como utilizar OKRs e Scrum para aumentar a produtividade.

Nele eu explico o que é cada um e suas principais características. 

Livros para se preparar para a Certificação PMP

Para quem quer aprender conceitos e práticas clássicas de Gestão de Projetos, a minha dica de leitura são as publicações de instituições que são referências mundialmente como o Project Management Institute (PMI) e a American Management Association (AMA).

Confira 2 livros fundamentais que estão em português:

Guia PMBOK 

Em sua 6ª edição, lançada em 2018, A Guide to the Project Management Body of Knowledge (PMBOK Guide - título original), é um livro considerado indispensável para quem quer conquistar a certificação PMP e/ou trabalhar como Gestor de Projetos. 

Essa versão mais atual traz novidades como um enfoque no mundo dos negócios e preparação do profissional para o mercado.

Além de incluir abordagens para ambientes ágeis, Iterativos e adaptativos que estão presentes em cada área de conhecimento da obra para explicar como práticas tradicionais e modernas podem ser integradas na gestão de projetos. 

A publicação, que tem versões em português com o título “Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos” pode ser encontrada em livro ou e-book. 

O que você aprende no PMBOK Guide 

  • Código de Ética e Conduta Profissional
  • O papel do gestor
  • Ciclo de vida e desenvolvimento
  • Processos de Gestão de Projetos
  • Documentos do negócio
  • Gerenciamento de Integração do Projeto
  • Entre muitos outros conhecimentos fundamentais

Por que essa obra é tão importante? 

Como reúne as melhores práticas para profissionais de gerenciamento de projetos escritas pelo PMI, que é a maior associação sem fins lucrativos para gestores de projetos do mundo, se tornou referência no mercado. 

E para conseguir tirar o PMP (que é o certificado internacional mais importante para gerentes de projeto), é necessário passar no exame da instituição. 

Além disso, com os conhecimentos adquiridos lendo a obra, as empresas conseguem criar suas próprias metodologias, regras, políticas, ferramentas, etc.

E até mesmo gerenciar projetos com ciclos de vida personalizados. Isso segundo o próprio PMI.

AMA: Manual de Gerenciamento de Projetos

Um dos livros mais tradicionais da área, AMA Handbook of Project Management (título original) é leitura recomendada para quem quer ser Gerente de Projetos.

Escrita pelo expert Paul C. Dinsmore, a obra reúne orientações e experiências profissionais da Associação Americana de Gestão (que é a tradução em português da sigla AMA).

O que a torna bem completa já que reúne teoria, prática e ainda tem um capítulo sobre preparação para a Certificação PMP (Profissional de Gerenciamento de Projetos).

Vale lembrar que esse Manual de Gerenciamento de Projetos já foi premiado como livro do ano pela PMI que é a instituição americana que oferece a certificação PMP.

Publicação tem versão em português

Lançado em 1993, a publicação que tem Jeannette Cabanis-Brewin como co-autora, ganhou atualizações ao longo dos anos.

Hoje pode ser encontrada em nosso idioma tanto em e-book quanto em livro físico.

Em 2014, a editora Brasport publicou também a 2ª edição do livro que é compatível com a edição do Guia PMBOK®.

O que você aprende no livro de Gestão de Projetos da AMA

  • Estratégias e planejamentos 
  • Gestão de Escopo 
  • Gestão de Recursos Humanos
  • Gestão de Crise 
  • Gestão de Tempo
  • Gestão de Custos
  • Carreiras em Gerenciamento de Projetos
  • Preparação para PMP

Quer saber mais sobre Gestão de Projetos? Deixe sua dúvida ou sugestão de conteúdo nos comentários abaixo.   


Como utilizar OKRs e Scrum para aumentar a produtividade

Agilidade nos processos, maior qualidade dos produtos ou serviços e com o máximo possível de produtividade na gestão de projetos são as marcas registradas das empresas de tecnologia do Vale do Silício, entre muitas outras, que adotam metodologias de gerenciamento diferentes das tradicionais como OKRs e Scrum.

Neste post, você vai entender um pouco mais sobre cada método e como eles podem beneficiar sua empresa, tendo como exemplo os benefícios que eles nos causaram.

O que são OKRs?

Sigla do inglês Objectives and Key Results, OKRs é o nome de uma metodologia de gestão de projetos muito eficaz que permite definir objetivos claros que serão realizados através de metas colaborativas que serão mensuradas regularmente por indicadores-chave de performance (KPIs) . 

  • Objetivos: são realizações futuras planejadas pela empresa. Os objetivos devem ser comunicados às equipes de forma sucinta, clara e direta. Além de motivar resultados (que são sempre possíveis). Aqui no Marketagem, por exemplo, um dos objetivos é ser referência na formação de profissionais de Marketing Digital. Esse objetivo fica bem visível para todos e junto com ele ficam os key results para chegar lá. 
  • Resultados-chaves: são as metas para transformar objetivo em realidade. Elas precisam ser claras, diretas, viáveis e terem prazo. Aqui no Marketagem, por exemplo, um dos OKRs é publicar 1 conteúdo novo no blog 1 vez por semana (que é um dos resultados-chave do objetivo ser referência).  
  • KPIs: sigla de Key Performance Indicator que significa em português indicadores-chave de performance. Ou seja, poucas métricas indispensáveis para avaliar como o que realmente importa está performando. Então os KPIs variam de acordo com os objetivos e resultados-chave e servem para manter o foco na hora de mensurar. 

Ciclo dos OKRs

  • Objetivos táticos: 3 meses. Como são objetivos ligados ao operacional devem ser mais rápidos de serem atingidos pelas equipes. 
  • Objetivos estratégicos: 1 ano. São aqueles mais complexos (estabelecidos por CEOs ou diretoria) que foram quebrados em vários táticos para serem executados com metas viáveis de serem atingidas. Por isso o ciclo é mais longo. 

Características da metodologia OKR

  • Foco nas prioridades e comprometimento
  • Trabalho em equipe mais integrado por ser totalmente alinhado com os objetivos-chave definidos
  • Setores completamente conectados entre si e com os objetivos estratégicos (estabelecidos por partes nos OKRs)
  • Monitoramento constante da evolução de cada meta (as que não começarem a gerar resultado no prazo de uma ou duas semanas podem ser corrigidas antes de finalizar o ciclo)
  • Motivação (OKRs são capazes de fazer as pessoas se superarem e ainda motivam o trabalho em equipe) 
  • Mensuração por KPIs 
  • Permite rastrear responsabilidades 
  • Gestão colaborativa
  • Aumento na produtividade

O Google e os OKRs

Embora seja usado por inúmeras empresas modernas, os OKRs ficaram mundialmente famosos principalmente com o exemplo do Google, que os adota desde 1999, graças a John Doerr (que até lançou o livro ‘Avalie o que importa’ sobre o poder da metodologia em 2019). 

O crescimento expressivo do Google nas últimas décadas é fruto de diversos fatores. 

Mas, sem uma gestão eficaz com objetivos bem definidos de forma clara e a avaliação contínua de resultados-chave de toda a equipe, isso não seria viável. 

Então sem OKRs, isso  poderia até acontecer, mas demoraria muito mais. 

Só para você ter uma ideia, o maior buscador do mundo tem mais de 85 mil colaboradores (dados mais recentes de 2018). 

Mas, há 20 anos quando começou a implantar os OKRs, ainda era uma empresa com menos de 50 pessoas. 

Apesar de o Google ter virado referência no assunto, a verdade é que quem criou mesmo os OKRs foi Andy Grove. 

O que ocorreu, nos anos 70, quando ele liderava a operação da Intel. 

Como Doerr conta em seu best-seller, o sistema de gestão por objetivos e resultados-chave tem como base o princípio da Administração por Objetivos e Autocontrole (Peter Drucker - anos 50).  

Definição de OKRs

Umas das melhores definições são as de John Doerr que foi responsável pela implementação de OKRs no Google: “é um protocolo colaborativo de definição de metas para empresas, equipes e indivíduos.” Ou então: “uma metodologia de gestão que ajuda a garantir que a empresa concentre esforços nas mesmas questões importantes em toda organização”. 

O que é Scrum?

Indispensável para gestão de projetos de alta performance, o Scrum permite entregas contínuas e de valor aos clientes devido a maior agilidade nos processos. 

Inicialmente essa metodologia era apenas um framework para desenvolvimento de softwares extremamente ágil. 

Mas, com o passar dos anos, empresas dos mais variados segmentos e diferentes portes descobriram que o Scrum poderia aumentar a produtividade delas também.   

O que significa Scrum? Bom, essa palavra pequena e forte saiu direto do campo de rugby. 

É o nome da formação em que os jogadores se unem fazendo um bloco e assim conseguem ir avançando no campo rumo ao objetivo (fazer conversões, por exemplo, que é uma das formas de pontuar). 

Já no mundo empresarial, o Scrum é a metodologia ágil que permite cada colaborador usar suas competências, de forma integrada ao resto das equipes, para assim alcançar os objetivos em comum

Como funciona o Scrum na gestão de projetos 

Toda a metodologia conta com a colaboração do Product Owner (cliente) que participa informando o que é prioritário (features) ao Scrum Master (quem está à frente do Time Scrum que é formado pelas equipes de trabalho). 

Ele é responsável ainda por orientar todos os integrantes a realizarem as melhores práticas para agilizar o projeto e assim fazerem entregas contínuas de valor ao Product Owner. 

  • Sprint: também importada da gestão de projetos em programação, a palavra em inglês significa arrancada. Ou seja, é o ponto de partida dos projetos que se repete a cada mês ou 15 dias (dependendo do ciclo definido pela empresa).
  • Product Backlog: reúne os features (prioridades definidas pelo Product Owner naquele Sprint). Cabe ao Scrum Master criar tarefas para o Time Scrum no Sprint Backlog a partir deles. O que é fundamental para as entregas de valor contínuas.
  • Sprint Backlog: é uma lista de tarefas com base nas prioridades do Product Owner que devem ser executadas por cada integrante do Time Scrum em um prazo determinado. Cada Sprint tem o ciclo de até 4 semanas então as atividades precisam ser delegadas com prazos que permitam todos os colaboradores as executarem até o fim do Sprint.  

Características do Scrum

  • Maior agilidade na gestão de projetos
  • Entregas de valor contínuas ao cliente (o que agrega encantamento e satisfação)
  • Reduz consideravelmente os impactos dos gargalos na produção e ajuda a preveni-los
  • Sprints com duração de no máximo 1 mês
  • Serviços ou produtos com mais qualidade
  • Gestão de projetos com menos riscos
  • Facilita analisar o progresso do projeto como um todo 
  • Empresa mais proativa
  • Aumento da produtividade 

Por que Scrum e OKRs podem ajudar na produtividade

Embora com formas diferentes de execução, Scrum e OKR têm o mesmo objetivo: garantir entregas de valor ao cliente por meio de uma gestão de projetos mais ágil  com trabalho em equipe mais efetivo. 

O que pode ser potencializado com a associação das duas metodologias. 

Vale lembrar que o Scrum trabalha com as prioridades do Product Owner, mas não inclui a definição de metas claras para o time. 

Portanto a implementação de OKRs pode complementá-lo agregando ainda mais entregas de valor ágeis e contínuas. E ainda motivando o time. 

Como isso nos ajudou a elevar nossa produtividade

A primeira coisa que fizemos foi parar um tempo para definir uma estrutura base para o nosso quadro de OKRs. Os nossos 04 grandes objetivos para o ano foram:

  1. Ser referência em Marketing Digital em Niterói
  2. Ser parceiro de instituições de ensino do Rio de Janeiro
  3. Impactar a vida profissional das pessoas
  4. Ser referência em formação de profissionais em Marketing Digital

Você possivelmente deve estar pensando: “Nossa, esses objetivos são muito abertos”. Mas é aí que você se engana. Esses 4 objetivos são justamente o foco de tudo que faremos em 2019 (até que vejamos que algum OKR foi mal pensado ou seja alterado por outro).

Dentro de cada uma dessas caixas, quebramos os objetivos em várias metas, sendo umas mais fáceis e outras bastante ousadas.

Os OKRs geralmente são pensados para extrair o máximo de produtividade e criatividade da equipe, através de autonomia e identificação com os objetivos pensados.

Tendo essas metas claras, partimos para a gestão e execução delas. Aqui utilizamos o Trello para monitorar e reportar qualquer tipo de coisa relacionada aos projetos em andamento e os projetos em fase de ideação.

Com o Trello organizado, temos uma visão muito clara de tudo que está em andamento, de quem depende, além de ter uma comunicação rápida e eficiente entre a nossa equipe.

E foi dessa forma que unimos os OKRs (formas como estruturamos nossos objetivos) ao Scrum (forma como executamos).

Conclusão

OKRs e Scrum são metodologias ágeis que vem revolucionando a gestão de projetos nas empresas nas últimas décadas. 

Com eficácia comprovada por grandes empresas como o Google, os dois métodos são indispensáveis para aumentar a produtividade elevando também a qualidade e agregando mais valor às entregas. 

A empresa que você trabalha já implementou SCRUM ou OKRs? Conte para a gente como as duas metodologias ágeis fizeram a diferença na gestão de projetos.

Victor Baptista

Fundador do Marketagem







Facebook ou Instagram: qual rede social usar no meu negócio?

Marcar presença digital nas mídias sociais é importante para criar mais conexão com seu clientes e possíveis consumidores, aumentando a consciência da marca (awareness) e alavancando vendas. 

Mesmo que existam várias possibilidades de redes e mídias sociais, os queridinhos dos brasileiros são mesmo Facebook e Instagram

E como quem usa as redes sociais comercialmente também já sabe disso, aí surge a dúvida: qual delas escolher para manter relacionamento com o público-alvo? 

E é justamente nisso que vamos falar hoje. 

Instagram

Fundado em 2010, nos Estados Unidos, pelo americano Kevin Systrom e o brasileiro Mike Krieger (Brasil é sinistro!), o Instagram originalmente era um aplicativo para publicação de fotos que oferecia filtros de edição rápida. 

Em menos de 2 anos, ele fez tanto sucesso que já tinha mais de 100 milhões de usuários ativos. 

E aí despertou o interesse de Mark Zuckerberg que comprou o aplicativo, em 2012, e não demorou a transformá-lo em rede social. 

Instagram está entre as redes sociais mais usadas do mundo

Em outubro de 2018, o aplicativo já tinha cerca de 1 bilhão de usuários ativos segundo os dados mais recentes divulgados pelo  Global Digital Report 2018

Já em nosso país, o uso dessa social media realmente não para de crescer principalmente entre jovens (o que é um fenômeno mundial) e mulheres. 

Embora esteja instalado em 65% dos celulares dos brasileiros de acordo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box: Mensageria no Brasil, que foi divulgada em fevereiro de 2019, o Instagram está entre as mais acessadas.

Mas, ainda não tem a maior quantidade de usuários embora o mesmo estudo tenha revelado ainda que o grau de fidelidade ao app é grande (84% dos brasileiros que têm Insta o acessam diariamente ou quase isso).

Isso porque o Facebook continua liderando o ranking de redes sociais mais usadas em nosso país enquanto o Instagram é a 4ª rede social mais usada no Brasil. Já o YouTube ocupa a 2ª posição no ranking e o WhatsApp a terceira. 

Comportamento dos usuários no Instagram

  • Interagem com marcas na plataforma
  • Gostam de seguir celebridades 
  • Usam para ficar por dentro das novidades
  • Entendem Instagram como rede social para se divertir 
  • Gostam de descobrir no feed coisas e fotos alegres e surpreendentes
  • Compartilham ao menos 1 imagem semanalmente
  • Compartilham assuntos diversos nos stories

Instagram para empresas 

Nos últimos anos, essa rede social vem conectando marcas e pessoas de forma criativa, descontraída e que trazem bastante resultado. 

Segundo o Business Instagram, 80% das pessoas que têm conta seguem ao menos 1 empresa. 

Quer saber mais sobre publicidade online na rede social queridinha dos jovens e das brasileiras? 

Assista nosso webinar Fundamentos do Instagram Ads, com Caio Mattos.

Facebook

Fundada em 2004, pelo então universitário Mark Zuckerberg, na Universidade de Harvard (EUA), a maior rede social do mundo tem hoje 2,3 bilhões de usuários ativos de acordo com informações do Facebook. 

Além disso, o Brasil é o 4º país que mais usa a rede social, segundo o site Static, com 120 milhões de perfis ativos (julho/2019). 

O BR só fica atrás da Índia (com maior número de usuários), Estados Unidos e Indonésia.  

Para quem não se lembra, em seus primórdios, o Facebook era bem similar ao finado Orkut (que revela um pouco da minha idade rsrs). 

Mas, com o passar dos anos, ele foi ganhando vários recursos, como o botão Curtir (em 2009) e transmissões ao vivo (em 2015), só para lembrar alguns.

Facebook Ads 

Ao longo desses 15 anos de rede social, as empresas começaram a notar que era possível conquistar mais clientes por meio do Facebook e até mesmo aumentar a consciência da marca. 

Foi aí que começaram os investimentos em conteúdo para redes sociais que vão muito além das postagens. Isso porque envolve todo um processo que inclui:

Diante dessa nova realidade, nasceu então o Facebook Ads que é uma plataforma exclusiva para configurar anúncios online nas plataformas que são propriedades de Mark Zuckerberg (no caso Facebook e Instagram). 

Além de gerar novos negócios e aumentar o faturamento das empresas, a popularização do Facebook também colaborou para o surgimento de novas carreiras no Marketing Digital como Analista de Redes Sociais e até mesmo (pegando carona com o Google Ads) a função Analista de Mídias Paga.

Comportamento dos usuários no Facebook   

  • Usam a plataforma para fazer negócios
  • Consideram-se conectados quando estão usando o Facebook
  • Entendem a rede social como fonte de informação
  • Compartilham ao menos 1 conteúdo semanalmente

Melhores práticas para Facebook e Instagram

melhores práticas para Instagram e Facebook

O blog Facebook for Media disponibilizou algumas dicas de como produzir conteúdo para as duas redes sociais de Mark Zuckerberg.

Autenticidade, diversidade de formatos e frequência de publicação são os destaques.

Confira:   

  • A primeira recomendação é publicar vídeos somente com efeitos da própria plataforma e sem edições profissionais (porque não parece natural, o que dificulta criar conexão real entre influenciadores e seguidores). Ou seja, conversar de ser humano para ser humano é a dica oficial do Facebook e Instagram.
  • Conhecer seu público por meio de dados disponíveis tanto no Facebook quanto no Instagram é fundamental para oferecer conteúdo que faça sentido para eles. Em casos de lives, a recomendação é agradecer comentários e reservar o tempo final para responder dúvidas de quem participou com você. 
  • Faça postagens regularmente com conteúdos variados. Isso porque algumas pessoas podem preferir vídeos enquanto outras textos ou fotos. Além disso, Facebook e Instagram recomendam que os conteúdos tenham novidades.  
  • Também diversifique os formatos de conteúdo nos Stories, mas sem variar a frequência. Então a dica oficial é misturar fotos e vídeos. 

Instagram ou Facebook: qual rede social usar no meu negócio

Para responder essa pergunta, você precisa conhecer bem seu público-alvo

Isso porque será necessário criar formas interessantes e assertivas de se comunicar e se relacionar com ele. 

Facilita bastante no processo criar personas principalmente quando sua empresa tem um público bem variado que inclui, por exemplo, mulheres e homens de diferentes idades.

Então se parte é usuário assíduo do Facebook, as ações e estratégias precisam ser totalmente diferentes daquelas planejadas para os usuários fiéis do Instagram. 

Até porque o comportamento de uma mesma pessoa é totalmente diferente em cada social media.  

Conclusão

As redes sociais são estratégicas para aumentar a consciência da marca e também começar uma conversa com seu target criando assim oportunidades de estreitar relacionamento. 

Mas, antes de investir em mídias sociais, é importante realizar um estudo sobre seu target para marcar presença digital nas redes certas

Além disso, é preciso entender que em cada plataforma, as pessoas buscam experiências diferentes e por isso se comportam de formas distintas. 

Então se você tem um público-alvo jovem, por exemplo, o Instagram é indispensável para ajudar a criar conexão por meio de campanhas criativas e descoladas. 

Já se o seu público incluir também pessoas mais velhas, vale a pena ter uma conta no Facebook. 

Lá você poderá manter relacionamento e se comunicar de diferentes formas com pessoas dessa faixa etária. 

Mas, vale lembrar que dependendo do seu público, ter perfil nas duas redes sociais pode ser a melhor estratégia. 

Para ajudar a tomar esse tipo de decisão, é recomendado utilizar personas para orientar o conteúdo a ser distribuído nas redes sociais. 

Para nós do Marketagem, por mais que tenhamos presença no Facebook e no LinkedIn, o Instagram tem sido a plataforma com melhor resultado.

Enquanto para a Search Lab, o conteúdo traciona muito mais no LinkedIn. 

Isso acontece por conta de serem públicos completamente diferentes com hábitos diferentes.

As duas redes sociais combinam com o público-alvo da sua empresa? Conte para a gente quais ações para Facebook e/ou Instagram são cases de sucesso do seu negócio.

Victor Baptista

Fundador do Marketagem







Como usar Mapa de Empatia para criar personas

Empatia na medida certa nunca é demais.

Tanto que até mesmo no mundo do Marketing Digital ela é bem-vinda inclusive para quem produz conteúdo.

Isso porque uma das ferramentas para criar personas é o mapa de empatia (empathy map em inglês).

Ele serve como base para que a equipe de Marketing de Conteúdo, por exemplo, se coloque no lugar do cliente ideal para identificar seus comportamentos, pensamentos, sentimentos e até as influências que recebe de terceiros.

Ou seja, o mapa de empatia é arma poderosa para criar conexão com pessoas que você deseja que seja seu cliente e também com aquelas que já são. 

Quer adotar o empathy map também na sua empresa?

É bem simples. Você pode escolher entre a versão digital e física.

Sendo que essa última pode ser feita com papel e post-it.

Ou então em portas de vidro, mural, flip chart, lousas, etc.

Para facilitar sua vida,  ao fim deste post você encontra um modelo de mapa de empatia editável que nós aqui do Marketagem preparamos. 

Mas, qual a definição de empatia mesmo? 

Essa habilidade cada vez mais valorizada no mundo contemporâneo já é alvo de estudo da Psicologia há décadas.

De acordo com Carl Rogers, um dos precursores da Psicologia Humanista, empatia é um processo que apresenta diferentes facetas sendo uma delas o ato de penetrar no mundo perceptivo do outro sentindo-se em casa nele. 

Resumindo: empatia é tentar se colocar no lugar do outro observando as coisas do ponto de vista dele.

É um exercício de pensar como ele pensaria, sentir como ele sentiria, fazer como ele faria, e por aí vai… 

O que é mapa de empatia então?

canvas mapa de empatia

Empathy map é uma ferramenta para aprofundar o conhecimento de targets e prospects na criação de personas, no desenvolvimento de produtos, serviços ou novos negócios, entre outros. 

O objetivo é a equipe tentar se colocar no lugar do usuário ou consumidor.

No caso do Inbound Marketing, por exemplo, é para criar empatia com clientes atuais e potenciais para oferecer a eles conteúdos relevantes de qualidade em sites, blogs, e-mail marketing, entre outros.

Sempre de acordo com o funil de marketing e a jornada do comprador. O que  facilita muito a conexão entre pessoas e marcas. 

O que a ferramenta pode revelar

Para criar personas de orientação do conteúdo é preciso ir além do básico (perfil demográfico, classe social, salário, faixa etária e estado civil).

É necessário conhecer também comportamentos, hábitos, desafios, motivações, etc. E aí entra pesquisa de persona e principalmente o mapa de empatia que pode revelar informações valiosas como:     

E aí entra pesquisa de persona e principalmente o mapa de empatia que pode revelar informações valiosas como:     

  • O que a persona precisa fazer diferente?
  • O que a persona vê?
  • O que a persona diz?
  • O que a persona faz?
  • O que a persona ouve?
  • O que a persona pensa e sente? 

Empathy Mapping Canvas: o que mudou na nova versão?

O mapa de empatia foi criado pelo autor e empresário americano Dave Gray (CEO da X Plane e autor do livro Gamestorming: Jogos corporativos para mudar, inovar e quebrar regras) como uma ferramenta de design para colocar as pessoas no centro de todo o processo. 

Fez tanto sucesso que o modelo logo começou a ser usado em famosas universidades americanas como Harvard e depois em inúmeras organizações em todo o mundo.

Mas, a popularidade da ferramenta acabou levando, em alguns casos, a alteração da ideia original dela (lembra do telefone sem fio?).

Por esse motivo, Gray decidiu criar uma nova versão: o Mapa de Empatia Canvas que deixa evidente por onde começar o processo. 

Novidades da ferramenta para gerar empatia

  •  Inclusão do Goal: é por onde você deve começar já que é nesse item que você vai definir no lugar de quem a equipe está se colocando e também algo que precisa ser feito (um comportamento observável).   
  • Numeração: o passo-a-passo que as pessoas que vão participar do empathy map devem trilhar está destacado na nova versão da ferramenta.Tudo foi estrategicamente ordenado pelo criador para facilitar ser mais empático.  
  • Fenômenos que não podem ser observados estão dentro da cabeça: sentimentos, pensamentos, dores e ganhos podem apenas ser especulados por intuição, mas não podem ser de fato observados. Por esse motivo têm que estar dentro da cabeça e ser a última parte do mapa de empatia. 

Mapa de Empatia: como usar corretamente

Se você não tem a nova edição Canvas ou alguma outra versão online, vale a pena fazer manualmente mesmo.

O importante é seguir o passo-a-passo certinho. 

  1. Comece pelo tópico “Quem estamos tentando ter empatia”
  2. Siga para o item 2 “O que eles precisam fazer” 
  3. Prossiga sempre na ordem até o fim
  4. Quando você chegar dentro da cabeça (“o que pensa e sente”), é importante separar dores de ganhos e concluir com outros pensamentos e sentimentos possíveis. 

Segundo Gray, o criador da ferramenta, para conseguir ter empatia é preciso primeiro observar o que está no exterior para então ir entendendo aos poucos o que se passa no interior da pessoa. 

O início: fora da cabeça

1- Quem é a persona? 

O primeiro passo para começar a tentar criar empatia usando o mapa é responder quem é a pessoa que você está tentando criar conexão.

Diga em que situação ela está e qual seu papel nela

2- O que a persona precisa fazer? 

No segundo passo, é hora de se colocar no lugar da persona para responder:

  • O que ela tem que fazer de maneira diferente?
  • Quais decisões precisa tomar?
  • Que emprego ela deseja conseguir?

Além disso, nesta etapa, é preciso perguntar: Como a equipe de Marketing de Conteúdo saberá se a persona tem obtido sucesso nisso tudo?

3- O que a persona vê?

Esse é o momento de tentar responder com o que a persona faz contato visual. 

  • O que vê nos ambientes dos quais faz parte e os que frequenta?
  • O que ela enxerga ao seu redor ?
  • O que vê as pessoas fazendo e falando? 
  • O que tem assistido?
  • O que está lendo?
  • O que tem visto em anúncios? E nos lugares que compra? 

4- O que a persona diz?  

No passo 4 do Mapa de Empatia, é o momento de se questionar: O que a persona anda falando por aí?

A resposta irá envolver tanto o que a equipe já sabe por meio de monitoramento quanto imagina que diria.

5- O que a persona faz?

Essa é a fase que o time observa o comportamento dos consumidores que estão no target e tenta prever o que a persona faria. 

6- O que a persona escuta?

Esse é o momento de saber o que a persona está ouvindo dos amigos, dos parentes, dos colegas de trabalho, dos influenciadores digitais, etc.

E também imaginar o que poderiam escutar. 

 Parte final: dentro da cabeça 

7- O que a persona pensa e sente?

  • Dores: quais seus medos, preocupações, dúvidas e frustrações
  • Ganhos: quais são suas necessidades, desejos, sonhos e aspirações 

E para finalizar: quais outros pensamentos e sentimentos motivariam os comportamentos dessa pessoa?

Mapa de empatia facilita a criação de personas

mapa-de-empatia-e-personas

É juntando dados reais obtidos com pesquisa de persona e as respostas encontradas no mapa de empatia que é possível criar esses personagens semi ficcionais.

E assim realizar a segmentação do seu público-alvo com base nas etapas do funil e da jornada do consumidor.

O que facilita bastante a conexão entre pessoas e marcas. 

Então mesmo que você use uma automação para gerar personas, não está livre do processo de levantar informações comportamentais e dados previamente.  

Principais Informações para criação de personas

Observe como as respostas do mapa de empatia respondem vários itens do questionário abaixo: 

  • Quem é o seu cliente em potencial do ponto de vista comportamental, físico e socioeconômico? 
  • Que temas relacionados ao seu segmento, a persona poderia ter interesse? 
  • Quais hábitos e hobbies do seu cliente em potencial? Como é a rotina dele?
  • Quais os principais desafios que a persona precisa encarar? O que impede ela de conquistar o que deseja? 
  • Qual  grau de instrução? 
  • Como ele se informa? Em quais veículos de comunicação? Que tipo de notícias e informações?
  • Quais são suas motivações? O que pretende conquistar? Por que ainda não conquistou? 
  • Como nosso conteúdo pode ser útil para ajudar essa persona? 

Exemplo de mapa de empatia online

Nós aqui do Marketagem, elaboramos um kit para criação de personas que contém um modelo de mapa de empatia em brancol para você baixar e personalizar. Confira só.

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Victor Baptista

Fundador do Marketagem







Como usar pesquisas de marketing para melhorar seu negócio

Empreendedorismo e risco andam de mãos dadas.

Mas, é possível arriscar o mínimo possível em muitas áreas do seu negócio.

Basta adotar algumas medidas como a realização de pesquisas de marketing.

Consideradas verdadeiras ferramentas estratégicas para a tomada de decisão, elas conseguem coletar dados reais sistematicamente para serem analisados pela empresa, o que reduz bastante as chances de escolha de caminhos mais arriscados ou ineficazes.

O que são pesquisas de marketing?

Muito além de perguntas feitas pela marca e respostas dadas por consumidores e prospects, a pesquisa de marketing é um raio x do mercado em relação ao objeto de investigação da organização.

Isso porque resulta em um levantamento de dados reais, o que a torna uma ferramenta estratégica fundamental para minimizar riscos.

Segundo Philip Kotler, a pesquisa de marketing engloba do planejamento à análise passando pela coleta de informações.

O pai do Marketing a define ainda como "a apresentação sistemática de dados e descobertas relevantes sobre uma situação específica de marketing enfrentada por uma empresa”.

Portanto a pesquisa de marketing é indispensável para criar soluções eficazes para a organização.

Além disso, ela ainda apresenta novas oportunidades para o negócio.

Alguns tipos de pesquisa de marketing

  • Pesquisa de marketing exploratória: seu objetivo é explorar melhor um problema (que muitas vezes ainda é nebuloso para a empresa) para gerar insights e formular hipóteses a serem testadas futuramente. Na prática, o método exploratório costuma ser usado antes do planejamento de campanhas ou para que os profissionais de marketing fiquem mais familiarizados com os temas dos projetos. Ou seja, a pesquisa exploratória tem um papel fundamental na tomada de decisões mais assertivas.
  • Pesquisa de marketing descritiva: serve para identificar fenômenos ou analisar a relação entre duas variáveis (por exemplo: nos últimos 3 anos, só no início de setembro, as vendas tiveram queda na minha loja virtual). Para isso, descrições, classificações e interpretações de dados obtidos por meio de questionários e entrevistas são utilizados.  
  • Pesquisa de marketing experimental: serve para realizar experimentos para descobrir a relação entre causa e efeito por meio de experimentos. Realizar teste A/B é um exemplo desse tipo de pesquisa de marketing.

Pesquisas de marketing aplicadas no Digital: confira exemplos de sucesso no mercado

pesquisa aplicada no digital

Faz tempo que responder pesquisas de marketing deixou de ser algo chato e desinteressante para o usuário.

Algumas empresas no Brasil e no mundo elaboram estratégias criativas, interessantes e que realmente funcionam bem.

Confira alguns exemplos de sucesso:

  • Opinion Box: é um exemplo de empresa que aplica pesquisa de marketing ao entregar conteúdo aprofundado de valor como o Panorama Mobile Time que é divulgado periodicamente. Mas, ela se destacou mesmo ao ser pioneira no Brasil, em 2016, ao testar o envio de pesquisas por meio de chatbots no Facebook Messenger para descobrir se era viável essa nova estratégia.
  • Rock Content: inspirada no sucesso da pesquisa de marketing da Hubspot, a startup mineira também lança periodicamente o relatório Content Trends (que é a maior pesquisa de Marketing de Conteúdo da América Latina).  

Como aplicar pesquisas de marketing

Simples, rápidas e que dão bons resultados, assim são as pesquisas de marketing . Quando um novo usuário assina a newsletter, ele recebe um e-mail de boas-vindas informando que começará a receber postagens nossas. Mas, também dando a ele a oportunidade de dar sugestões de assuntos para nosso blog.

Então a partir da resposta do público-alvo, é possível tomar as melhores decisões sobre planejamento de conteúdo otimizado e também conhecê-lo melhor (saber de onde ele vem, o cargo dos leitores, etc.)

Outras estratégias para o setor de Marketing pesquisar com sucesso

Existem também formas mais simples, e não menos eficazes, de aplicar pesquisas de marketing em seu site ou loja virtual como:

  • Criar pop ups no site convidando o usuário para um teste de usabilidade
  • Perguntar qual outro assunto ele gostaria de saber mais
  • Perguntar se o conteúdo da página foi útil e se ele ficou satisfeito, etc.

Ferramentas de pesquisa (gratuitas e pagas)

ferramentas-de-pesquisa

Para facilitar a vida dos profissionais de Marketing na hora de aplicar pesquisas, a dica é usar algumas ferramentas específicas.

É possível usar, por exemplo, o Google Forms que é gratuito. Mas, há também outras que são pagas como o Hotjar e Getsitecontrol.

Google Forms

Mais do que permitir a criação de formulários e enquetes pelos internautas, a ferramenta gratuita do Google organiza os dados em tempo real e elabora automaticamente gráficos com base nas respostas dadas por seus usuários.

O que é bastante útil para quem trabalha com pesquisas de marketing.

Hotjar

hotjar

É uma ferramenta paga que oferece dados sobre o comportamento dos usuários dentro do seu site. (PS: Ele também possui um plano gratuito ótimo para testar a ferramenta)

O que permite saber onde ele é mais visitado ou está recebendo menos interação.

Com isso, você pode conhecer os pontos fracos para serem aprimorados como, por exemplo, algumas páginas de formulários que nunca são preenchidos ou são abandonadas pela metade pelos internautas.

O recurso Form Analytics monitora como os usuários se comportam ao preencher cada campo.

Então você fica sabendo em quais as pessoas desistem do formulário e também os que elas levam mais tempo para concluir o preenchimento, etc.

Com esses dados preciosos fornecidos pelo Hotjar, a empresa consegue otimizar as páginas de formulário trazendo melhores resultados.

Getsite Control

getsitecontrol

É outra ferramenta para pesquisa de marketing paga que ajuda a melhorar o desempenho dos formulários.

O Getsitecontrol permite criar formulários personalizados e facilita também conseguir feedbacks já que o usuário recebe notificações instantâneas sempre que um internauta realiza o preenchimento.

Ou seja, dá para responder na hora.   

Além disso você pode inserir no site pop ups de cadastramento bem precisos e segmentados para os usuários realizarem inscrição, mas com o diferencial de dispensar aquela grande quantidade de campos que costuma desestimular as pessoas na hora de preencher.

Como usar essas ferramentas?

Tanto o Hotjar quanto o Getsite Control são bem simples de utilizar.

Utilizaremos como exemplo a configuração do Hotjar.

Passo 1 - Instalar a ferramenta

A instalação da ferramenta pode ser feita via Google Tag Manager. Veja abaixo o passo a passo de como realizar a instalação.

configuração da tag do hotjar
Configuração da Tag do Hotjar
configuração do acionador do hotjar
Configuração do acionador do Hotjar

Passo 2 - Crie a pesquisa na ferramenta e a publique

Após a configuração do acionador, basta publicar a tag e seguir para a criação da pesquisa em si.

Criação de pesquisa no hotjar
Criação de pesquisa no Hotjar
criação das perguntas no hotjar
Criação das perguntas no Hotjar

Após a criação das perguntas, basta definir qual será o comportamento de ativação da pesquisa (saída da página, depois de x segundos, logo que entrar na página, etc) e ativar a pesquisa.

Feito isso, basta acompanhar as respostas e agir conforme os feedbacks recebidos.

Leia também

Conclusão

Pesquisas de marketing não precisam ser complicadas de executar ou frutos de um processo longo e complexo.

Como foi visto neste post, elas podem ser simples de aplicar e bem eficazes.

Mas, tudo vai depender da sua criatividade ser alinhada com os objetivos da sua empresa.

Victor Baptista

Fundador do Marketagem







Vantagens e desvantagens de ferramentas de automação de Instagram

Pretende automatizar seu perfil no Instagram?


Então esse post é perfeito para você.


para você!


Nesse texto você vai descobrir quando vale a pena investir em ferramentas de automação do Instagram.


Quais os pontos positivos e negativos e também os riscos para seu negócio quando elas não são bem utilizadas.


O que preciso fazer antes de automatizar o Instagram


  • Entender bem como funciona a rede social (inclusive em relação a algoritmos e bots)
  • Conhecer bem seu público-alvo
  • Ter todo o planejamento de Instagram alinhado com o negócio da empresa
  • Manter o perfil consistente (frequência de postagem + conteúdo relevante de qualidade / interações constantes, mas na medida certa)


Como funciona a automação no Instagram


Geralmente as ferramentas de automação para Instagram são utilizadas com o objetivo de crescer o número de seguidores.


Entretanto, antes de contratar uma plataforma, é necessário que você tenha em mente que as ferramentas de automação têm como objetivo executar automaticamente tarefas que você perderia muito tempo fazendo manualmente.


Ou seja, sem um bom planejamento de gestão de mídias sociais, a sua marca não terá o sucesso que você pretende.  


Cuidado com os bots para Instagram


bots no instagram


Muitas ferramentas específicas para essa rede social contam com robôs que são programados para executar automaticamente o que o cliente faria manualmente (como seguir pessoas, publicar postagens, etc).


Para que esses robôs executem as tarefas certas, é preciso que um boa configuração seja feita, caso contrário o risco é grande do perfil virar spammer.


Interações excessivas e sem nexo no Instagram prejudicam a reputação da empresa.


Quando esses robôs são configurados de forma eficaz, eles não só colaboram com a produtividade como também de fato ajudam na melhoria de resultados na estratégia de Instagram.


Isso porque sua equipe deixa de perder tempo com tarefas manuais repetitivas e ganha mais tempo para a parte analítica e criativa da gestão de redes sociais.    


Perfil consistente no Instagram facilita bons resultados com automação


A frequência de interações com os internautas é outro ponto para ficar atento.


Lembre-se por mais querida que uma marca seja, se ela exagera em publicações e força um aprofundamento do relacionamento, começa a importunar as pessoas (que passam a não gostar mais tanto dela).


E aí é prejuízo na certa...  


Exemplos de mau uso de ferramentas para Instagram


uso ruim de ferramentas de automação


  • Quem nunca fez uma postagem usando algumas hashtags e recebeu um comentário de uma língua que nem a sua é…
  • Quem nunca fez uma postagem e do nada recebeu alguns seguidores avulsos que nem do seu país são…
  • Quem nunca seguiu uma pessoa e de cara recebeu um direct oferecendo algum produto…


Esses são só alguns exemplos do mau uso de ferramentas de automação do Instagram.


Ou seja, resultado de configuração mal feita de robôs ou de estratégias nada efetivas, etc.


Vale lembrar que em situações como essas, os danos para a marca costumam ser fortes já que o usuário tem uma péssima primeira impressão e deixa de seguir a empresa e consequentemente sai do funil de marketing definitivamente.


Tipos de automação para Instagram


Para cada etapa do processo de gestão de redes sociais, você encontra automações diferentes no mercado.


Ferramentas de Instagram para atrair seguidores


Para quem precisa aumentar o número de pessoas seguindo o perfil nessa rede social, a dica é apostar em ferramentas específicas para isso.


Existem muitas no mercado, mas as mais famosas são:



Ferramentas de Instagram para gestão de redes sociais


São ferramentas específicas para fazer agendamento de postagens automáticas e SAC 2.0 no Instagram.


Algumas até permitem integrar ações de diferentes mídias sociais em uma mesma caixa de entrada como, por exemplo, a Etus.


Outras oferecem também relatórios de análise de concorrentes e evolução da sua conta como é o caso do mLabs.



Ferramentas de Instagram para compartilhamento de conteúdo


Se o seu objetivo é apenas programar postagens e repostagens, além de salvar imagens em uma galeria na automação, esse tipo de ferramenta pode valer a pena.



Ferramentas de Instagram para monitoramento e análise


Para avaliar como estão os resultados das suas ações na rede social, existem algumas ferramentas específicas para métricas.


Algumas das mais usadas são:



Principais vantagens de investir em automações


  • Conta ativa mesmo quando você está offline
  • Aumento de seguidores muito mais rápido
  • Mais engajamento da sua empresa com usuários
  • Melhora o relacionamento com os seguidores (afinal você irá responder o que eles perguntam rápido, vai poder começar uma conversa, etc.)
  • Fortalecimento da marca
  • Automatizar processos repetitivos que os profissionais de rede sociais costumam fazer manualmente
  • Equipe fica mais livre para trabalhar mais na parte analítica e criativa do trabalho de social media  (inclusive pensar em estratégias para colaborar com o negócio como um todo e não apenas nos objetivos de Marketing Digital)
  • SAC 2.0
  • Mais dados para análise de performance (ferramentas de monitoramento são praticamente o Google Analytics do Instagram)
  • Quando bem usadas, as ferramentas de automação trazem bons resultados para suas campanhas e estratégias


Principais desvantagens de investir em automações


  • Instagram no piloto automático? Isso não existe! A maioria das empresas que vende automação para a rede social tem esse discurso, mas a verdade é que tudo é dinâmico no Marketing Digital e criar uma receita de bolo para ser repetida toda hora não é nada bom para sua empresa.


  • Mau uso de robôs resulta em irritação do seguidor. Ninguém gosta de conversar com uma máquina e todo mundo odeia SPAM - esses são os principais resultados da má configuração de bots no Instagram.


  • Usar ferramenta de automação sem estratégia é uma tentação. Quem automatiza a gestão de redes sociais muitas vezes se ilude deixando de criar estratégias e os resultados são desastrosos!


Ferramentas de automação não fazem milagre sem estratégia


estratégias para obter bons resultados


Investir em automação de Instagram é importante para o sucesso na rede social.


Mas, antes de contratar uma ferramenta é indispensável ter elaborado estratégias bem alinhadas com o objetivo principal da empresa e também com o comportamento do público-alvo.


É preciso lembrar que em Marketing Digital, tudo que é planejado e executado precisa ser mensurado.


Então, não dá para usar todo o budget só com ferramenta para atrair seguidores e não ter as plataformas de análise e monitoramento de performance no Instagram.


Isso porque sem avaliar métricas sua empresa não tem como saber de verdade o que está dando certo e o que precisa mudar.


Além disso, todo o esforço de conquistar mais e mais seguidores acaba sendo em vão quando sua marca não interage com os usuários que a segue.


Parece óbvio? Mas, acredite em 2019 ainda tem empresa que usa automação, mas mesmo assim não responde os seguidores que lutaram tanto para conquistar.


O resultado disso certamente são internautas deixando de seguir e escolhendo o concorrente na hora da compra.


Não perca de vista seu objetivo com a rede social


Ter um objetivo claro em relação ao que você quer alcançar com a presença digital da sua marca no Instagram é o primeiro passo para ter sucesso nas estratégias.


E até mesmo facilita a escolha da ferramenta de automação mais adequada.


Sua empresa acaba de entrar nessa rede social? Aumentar a quantidade de seguidores é sem dúvida um objetivo importante.


Por esse motivo contratar uma plataforma para atrair seguidores é fundamental.


Porém, é necessário ter em mente que a decisão de qual escolher leva em conta fatores importantes como seu público-alvo, tipo de negócio, etc.


Tenha constância


É verdade que programar a publicação automática de suas postagens no Instagram torna tudo mais prático.


Mas, não é o suficiente para ter sucesso nessa rede social. Antes de tudo é preciso analisar como os seguidores interagem com sua marca para assim fazer o planejamento da publicação de conteúdo.


E só depois usar a automação.


Conclusão


Você pode sim usar automação de Instagram sem disseminar SPAM ou ser visto como um robô pelos usuários.


Mas, para isso o objetivo principal não pode ser simplesmente aumentar o número de seguidores na rede social.


Isso porque sua empresa precisa ter claro o objetivo que o negócio quer atingir tendo presença na rede social.


Portanto se sua marca tem boas estratégias alinhadas com outros setores e um controle eficaz, aí sim as ferramentas de automação são uma mão na roda.


Caso contrário, só servirão para sua marca reunir um monte de usuários fora do perfil desejado (o que faz não haver interação nem conversão).


No curto prazo, o aumento de likes é ótimo. Mas, no médio prazo todo o investimento em automação para Instagram não terá valido a pena já que a conta não fechará.


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Victor Baptista

Fundador do Marketagem







O que faz um estagiário de Marketing Digital?

Fazer graduação é o primeiro passo para ser um profissional.


Mas, para ter sucesso nas carreiras de Marketing Digital é necessário unir conhecimento e prática.


Dessa forma para se dar bem no setor, vale a pena investir em educação continuada, além de experiência.


Nesse texto, você vai saber tudo sobre Estágio em Marketing Digital. Confira:  


O boom do Marketing Digital


A evolução natural da tecnologia após o início do uso comercial da internet em meados dos anos 90 resultou no boom do Marketing Digital no meio da década de 2000.


Com a criação de mecanismos de busca como o Google (1997), não demorou muito para ocorrer o boom do SEO (2004).


Além disso, teve ainda o boom das redes sociais em 2010 (com a popularização do Facebook e Twitter) que gerou novas oportunidades de negócio para empreendedores na internet.


Foi nesse contexto que as empresas começaram a investir cada vez mais em Marketing Digital.


Com isso a demanda por profissionais qualificados na área aumentou bastante e surgiram até várias oportunidades para estagiários no segmento.


Quais são as formações associadas ao Marketing Digital?


Para conseguir estágio em agência de Marketing Digital, e-commerces ou outros tipos de empresas, é necessário estar cursando ensino superior.


As graduações que as empresas mais procuram costumam ser:


  • Marketing
  • Publicidade
  • Jornalismo
  • Administração
  • Áreas relacionadas (por exemplo: Estudos de Mídia, Comunicação Social, Engenharia de Produção, etc.)  


O que faz um estagiário de Marketing Digital?


De acordo com as necessidades da empresa que o universitário está atuando as atividades do estágio podem variar.


Mas, as principais são:


  • Gestão de redes sociais
  • Criação de conteúdo relevante para blogs (institucionais ou de terceiros), sites ou e-commerces e até releases
  • Atendimento publicitário (principalmente em agências)
  • Criação de personas e entendimento aprofundado do público-alvo
  • Análise de métricas, performance e resultados


Competências que as empresas de Marketing Digital valorizam



Conhecimentos e habilidades são importantes para um estagiário de Marketing Digital, mas atualmente as empresas estão valorizando muito mais atitudes que tenham a ver com a cultura organizacional e com o negócio em si.


Isso porque a pessoa pode muito bem aprender uma ferramenta (habilidade) ou um outro idioma (conhecimento) quando é da natureza dela ser curiosa e aberta ao aprendizado (atitudes)


Veja também: Competências que devemos aprimorar até 2020 (ano que vem)


Conhecimentos


  • Escrever e se comunicar muito bem em nossa língua (nada de erros de português);


  • Dominar um segundo idioma (inglês, espanhol ou um outro que tenha a ver com o ramo do negócio).


Habilidades


Apesar de estágio ter como finalidade aplicar na prática os conhecimentos aprendidos na universidade, é um fato que as empresas preferem estagiários que tenham alguma experiência com:


  • Gestão de redes sociais;
  • Google Analytics;
  • SEM Rush;
  • Alguma plataforma de e-mail marketing e/ou CRM;
  • Google Ads e/ou Facebook Ads.


Atitudes


  • Gostar de trabalhar em equipe;
  • Ser comunicativo;
  • Saber se relacionar bem com as pessoas;
  • Ter proatividade;
  • Ser analítico;
  • Ter iniciativa;
  • Focado em resultado;
  • Saber negociar;
  • Ser flexível;
  • Agir como dono do negócio;
  • Ser criativo;
  • Querer aprender sempre mais;


Qual a média salarial de um estagiário de marketing digital?


O valor da bolsa de estágio na área pode variar bastante nas diferentes regiões do Brasil.


Mas, de acordo com o site Vagas.com, um estagiário de Marketing Digital recebe, em média, R$ 1.100.


Áreas que um estagiário de deve buscar entender



É no estágio que se ganha experiência para o mercado.


Por esse motivo o ideal é  aproveitar ao máximo a oportunidade para aprender tudo que puder. Inclusive para decidir o próximo passo em sua carreira.


Dentro do departamento de marketing de uma empresa ou atuando em uma agência digital, o universitário tem a chance de aprender diferentes processos e desenvolver variadas competências.


Isso porque trabalha com profissionais de áreas distintas como:


  • Conteúdo;
  • SEO;
  • Gestão de Mídias Sociais;
  • Links patrocinados;
  • Tecnologia;
  • Atendimento;
  • Comercial.


Aprenda bastante, mas sem perder o foco no seu plano de carreira



Então, por exemplo, se você planeja se tornar Analista de Marketing Digital deve começar a ter experiência nas atividades do cargo o quanto antes.


Aprender a usar o Google Analytics é fundamental, mas não é o suficiente.


É importante também colocar a mão na massa trabalhando com:


  • Criação de conteúdo relevante;
  • Campanhas de links patrocinados;
  • Campanhas de e-mail marketing;
  • Criação de peças publicitárias;
  • SEO.


Por onde começar?



Fazer um bom curso de Marketing Digital (de preferência algum ministrado por um profissional da área que una teoria e prática para você ganhar experiência) é o primeiro passo para conseguir um estágio.


Já tem experiência como estagiário?


Então aprender mais pode ajudar você a ser efetivado.




Ou até mesmo conquistar um emprego na área como assistente ou analista em uma empresa que paga mais.


Deixe seu comentário e inscreva-se na nossa newsletter para receber conteúdo exclusivo sobre Marketing Digital.


Victor Baptista

Fundador do Marketagem







Como fazer uma pesquisa de persona?

Sabia que o sucesso das estratégias de marketing e comunicação das marcas está diretamente relacionado à criação de personas?


E que, para elaborá-las de forma eficaz, é preciso realizar uma profunda pesquisa sobre seu público e até realizar entrevistas com pessoas que melhor o representa?


Nesse post, você vai aprender tudo sobre pesquisa de buyer personas.


Confira só!


Qual a diferença entre persona e público-alvo?


Embora estejam associados, público-alvo e persona são conceitos bem diferentes.


O público-alvo é composto por um grupo de pessoas reais que fazem parte de uma parcela da sociedade.


Já as personas são fictícias (mas, não totalmente já que são desenvolvidas com base em dados reais de clientes e prospects do seu negócio).


É como se fossem avatares de game (a humanização e personalização de dados - só que no caso para tornar mais claro os tipos de público que sua empresa precisa se relacionar).



Definição de persona


É quando seu cliente ideal é representado de maneira fictícia para facilitar a elaboração de estratégias de marketing e venda, além da produção de conteúdo com base na jornada de compra (etapas do funil).


A análise de seu público-alvo é indispensável para a eficaz criação de persona (que pode ser até mais de uma).


Exemplo de persona


Fernando, 29 anos, solteiro, é formado em Jornalismo e gosta de praticar esportes regularmente.


Fez diversos estágios durante a faculdade, mas não chegou a trabalhar na área após formado.


Descobriu o gosto pelo Marketing Digital nos últimos períodos da graduação e agora procura cursos presenciais com o objetivo de trabalhar como Analista.


Para ele, o mais importante é estudar com quem prepara de fato para mercado. Além disso, Fernando procura um curso que não seja tão caro.



Definição de público-alvo


Também chamado de target (palavra do idioma inglês), o público-alvo nada mais é do que um grupo específico de pessoas ou instituições que tem um perfil bem similar e estão mais propensas a consumir produtos ou serviços de sua empresa.


Por esse motivo é importante que as ações de marketing e venda do seu negócio sejam elaboradas com foco no target.


Mas para isso, é necessário um estudo aprofundado sobre ele.


Exemplo de público-alvo


Mulheres e homens, entre 18 e 34 anos, solteiros, com formação superior em Jornalismo, Publicidade ou Marketing, com renda mensal entre R$1.700 e R$ 3.000 em média.


Pretendem trabalhar com Marketing Digital e estão procurando bons cursos presenciais na área com preços mais acessíveis.


Por que trabalhar com personas no Marketing?


Manter o foco e a assertividade das suas estratégias de marketing e comunicação com o público-alvo é um dos principais motivos pelo qual a criação de personas é fundamental para o sucesso das ações de uma empresa.


Ou seja, é o que garante que a pessoa certa está recebendo o conteúdo mais adequado para ela e no momento ideal.


Como a criação de buyer personas ajuda sua empresa?


Ao fazer pesquisa de persona, é possível descobrir a melhor maneira de conversar com seu público e também uma oportunidade de criar soluções na medida certa para seu target.


Além disso, auxilia em várias ações como:


  • Elaborar estratégias de marketing, comunicação e vendas que realmente funcionam para seu target;
  • Definir tom de voz da marca;
  • Saber quais canais realmente funcionam para se comunicar com suas audiências;
  • Identificar o melhor tipo de conteúdo que precisa ser produzido para alcançar os objetivos da sua empresa;
  • Escolher os temas corretos para abordar nos textos, áudios e/ou vídeos;
  • Descobrir em quais canais vale realmente a pena investir.


Tem contato com o seu potencial cliente?


A criação de buyer personas é mais fácil de ser realizada quando você já tem uma base própria de clientes para pesquisar.


E também quando desenvolve um relacionamento de confiança com seus prospects.


O primeiro passo para a pesquisa de persona é analisar os mais variados dados do seu público-alvo para encontrar características em comum entre eles.


Além disso, vale a pena estudar tanto os consumidores que estão satisfeitos com seus serviços ou produtos quanto os que não estão.


Isso porque é possível identificar também as necessidades e desafios que cada persona tem.


O que irá facilitar bastante na hora de criar um novo produto e também para elaborar estratégias de comunicação e marketing mais eficazes.


Não tem contato com o seu potencial cliente?


Pesquisar é preciso


Nesse caso, o jeito é recorrer a pesquisa de dados secundários ou desk research.


Ou seja, você terá que encontrar informações relevantes em fontes confiáveis na internet sobre o mercado que sua empresa atua e em relação ao comportamento dos consumidores e suas expectativas.


Você pode começar acessando sites de institutos de pesquisa como IBGE, dados oficiais em páginas do governo, analisar dados no Google Data Explorer, etc.


Já para entender como seu prospect mantém relacionamento com outras empresas e que tipo de conteúdo mais agrada, a dica é verificar as redes sociais.


Lá é possível encontrar informações preciosas até sobre desejos e frustrações dos usuários que estão dentro do seu target.


Entreviste quem representa seu público-alvo para criar personas


Depois que você pesquisou bastante e compreendeu bem quem é seu público-alvo e quais suas necessidades e comportamentos, é hora de partir para a entrevista de persona.


Você pode conversar com algumas pessoas que representem bem seu target.


Faça perguntas relevantes que revelem opiniões, comportamentos e gostos para a construção das buyer personas mais próximas possíveis da realidade do seu público.


Dessa forma as chances de elaborar estratégias de sucesso são muito maiores.



O que preciso entender da minha persona?


  • Comportamento;
  • Informações demográficas;
  • Idade;
  • Gênero;
  • Estado civil;
  • Cargo e remuneração;
  • Hobbies;
  • Lifestyle;
  • Gostos;
  • Desafios;
  • Objetivos;
  • Motivações;
  • Preocupações, etc.


Além das informações pessoais, profissionais e as preferências das pessoas analisadas, é importante também saber em que etapa do funil elas se encontram, seus hábitos de compra e quais os canais que costumam interagir (quais as redes sociais preferidas, se abrem seus e-mails marketing e respondem, se usam mais internet móvel, etc,).


Possíveis perguntas


Na hora da entrevista de persona, você pode fazer várias perguntas relevantes para que a personagem fictícia tenha como base o máximo de dados reais possíveis.


Mas, tome cuidado para não perder o foco.


Confira algumas perguntas que são indispensáveis:


  • Como tomou conhecimento de nossa marca?
  • O que você acha do nosso produto ou serviço?
  • O seu consumo do serviço ou produto é frequente? (qual a frequência exata? - diariamente, uma vez por semana ou mês, anualmente… etc.)
  • O que o consumo desse serviço ou produto representa na sua vida? (busque entender se é uma obrigação, algo que facilita a vida da pessoa, um sonho de consumo, uma realização, etc.)
  • É fácil comprar o produto? Ou já teve dificuldade em encontrar nos pontos de venda?
  • É simples lidar com o produto na hora de usar? Caso não seja, qual a dificuldade? Como ele poderia ser melhor? (ouça sugestões sempre que possível e analise também como a pessoa se comporta ao expressar tanto a insatisfação quanto a satisfação)


Como as personas podem ajudar no trabalho de marketing?


  • Elaboração de estratégias de marketing com base em segmentação do público: a criação de persona facilita a segmentação. O que colabora bastante com o sucesso das campanhas e ações de marketing. Você pode, por exemplo, criar personas que representam clientes insatisfeitos para poder desenvolver estratégias específicas para eles assim como personas que simbolizam os embaixadores da marca. Isso porque as abordagens precisam ser totalmente diferentes.
  • Conteúdo personalizado para cada persona: quem está no fundo do funil não tem interesse nas mesmas informações de quem está no topo ou meio. Por esse motivo, a segmentação do seu público com base em personas ajuda muito a criar conteúdo personalizado. O que é muito mais assertivo, atraente e traz ótimo retorno.


Conclusão


A pesquisa de persona é uma estratégia importante para o sucesso das ações de marketing comunicação e vendas.


Até no desenvolvimento de novos produtos, a criação de buyer persona é capaz de colaborar.


Isso porque sua empresa passa a entender melhor quem é seu público-alvo (suas necessidades, desejos, medos, comportamentos, etc.) facilitando inclusive a segmentação e desenvolvimento de um relacionamento eficaz.


O que permite também o investimento nos canais certos e ainda fortalece a marca.


Gostou do post? Deixe a sua opinião nos comentários!


Victor Baptista

Fundador do Marketagem







Boas práticas de e-mail marketing: o que fazer e o que não fazer

O e-mail marketing está mais vivo do que nunca! Apesar de muita gente ter decretado seu fim, tempos atrás, o que realmente aconteceu foi a reinvenção da utilização desse canal que vem trazendo excelentes resultados. Principalmente para quem trabalha com Inbound Marketing e automação de marketing.
Prova disso é a grande quantidade de informações relevantes nas Caixas de Entrada atualmente. Hoje os internautas assinam newsletter, conversam com marcas, rastreiam compras, recebem até cupons de desconto. Tudo isso via correio eletrônico.     
Quer começar uma campanha de e-mail marketing de sucesso? Antes de realizar seus disparos, dê uma conferida nas melhores práticas que estão reunidas em nosso post.

Escolher uma boa plataforma de envio

É algo decisivo para o sucesso de uma campanha de e-mail marketing.
Aqui no Marketagem, nós usamos o Mailchimp.
Mas, a dica é usar uma plataforma de envio que atenda bem suas necessidade. All In e Dinamize, por exemplo, também são referências.  

Plano Gratuito Mailchimp

  • Cadastrar 2000 contatos
  • Enviar 12000 e-mails mensalmente
  • Oferece suporte nos primeiros 30 dias

Recursos para criação

Recursos de automação

Nesse quesito tem os mesmos recursos dos outros dois planos pagos. Confira:

  • Automação de marketing
  • Abandono de carrinho
  • E-mails de boas-vindas
  • Automação com base em datas
  • Notificações de pedidos
  • Produtos recomendados

Recursos para otimização

  • Segmentação e marcação
  • Teste A/B
  • Relatórios básicos  

Configurar DKIM e SPF

Para garantir que os e-mails marketing não caiam automaticamente na Caixa de Spam, é necessário configurar corretamente o DKIM e SPF.
Para você ter uma ideia da importância deles é como se fossem o CPF e o RG dos domínios de e-mail e como tais são solicitados pelos provedores (para direcionar ou não para a Caixa de Entrada).
Assim como para entrar em alguns lugares você precisa mostrar seus documentos, o DKIM e SPF comprovam que o e-mail marketing não é SPAM.  

Não comprar bases de contato

A pior forma de começar um relacionamento com internautas é comprando uma base de contatos. Isso porque essas pessoas não solicitaram o recebimento de e-mails marketing da sua empresa e por esse motivo irão denunciar como SPAM todas as mensagens enviadas por você.Planeja bem a sua base
Além disso, sua marca será mal vista por esses destinatários que ainda podem falar mal dela nas redes sociais. Afinal, quem gosta de spammers?
Dessa forma a empresa não atinge o resultado da campanha, passa a ser considerada abusiva pelos contatos e ainda entra na temida blacklist.
Por isso vale a pena criar sua própria base apenas com contatos que solicitaram a comunicação da marca por e-mail marketing.

Fique atento às blacklists

Para acabar com os SPAMs, os provedores de e-mail criaram uma lista negra que reúne domínios e IPs considerados spammers. Quer saber se está na blacklist?
Basta consultar o site MXTOOLs. Para isso, você precisa colar na página o domínio ou IP do seu servidor.
Sua marca caiu na blacklist? Não se desespere, tem jeito de reverter isso.
Porém, é um pouco complicado porque cada lista negra tem seu procedimento específico para sair dela. Dessa forma é necessário entrar em contato com o provedor para realizar o procedimento.

Personalizar remetente

Para conseguir interação da sua base de contatos, é indispensável o envio de e-mails marketing personalizados e de preferência em nome de um colaborador da empresa ao invés do nome marca. Afinal pessoas interagem com pessoas, não com instituições...Personalize a sua mensagem
Além disso, a comunicação precisa ser mais informal e em segunda pessoa (você). E claro: com o nome da pessoa que irá receber no início.
Exemplo: “Olá, Fulano! Aqui é Victor do Marketagem. Estou enviando esse e-mail para falar da importância de adotar boas práticas de e-mail marketing para o sucesso da sua campanha.”
Um texto assim aproxima muito mais a marca do público e desperta bem mais interesse do que um e-mail impessoal com Não Responda.   
Leia também: A Importância do Remarketing Google

Criar e segmentar sua base

A segmentação da base faz toda a diferença para o sucesso de uma campanha de e-mail marketing. Isso porque há informações que são relevantes, por exemplo, apenas para mulheres de idade X.
Já os homens da faixa-etária Y precisam receber conteúdo sobre algo específico que não interessa nem mulheres, nem caras de outras idades.
Utilizar formulários linkados com a ferramenta de envio de e-mail permite que cada campo preenchido sirva de base para segmentar os contatos.
Dados relacionados ao local onde a pessoa vive, idade, gênero, interesses, momento de vida, etc. facilitam muito segmentar a base.  

Seja objetivo

Seja direto ao ponto
No corre-corre do cotidiano, ninguém perde tempo com e-mails que não vão direto ao ponto. Por esse motivo a objetividade das mensagens é mais do que uma necessidade.
Basta pensar na quantidade de mensagens que chegam no correio eletrônico de um internauta diariamente e imaginar o tempo que ele tem disponível para ler.
Se receber um texto que não diz logo a que veio, em um segundo o destinatário irá deletá-lo.

Use o preheader

A primeira mensagem lida após o título do e-mail marketing é chamada de preheader.
Ela precisa ser cuidadosamente pensada para que desperte a atenção do destinatário e assim consiga aumentar a taxa de abertura e elevar as chances de interação do usuário.
Um bom preheader é complementar ao título do e-mail, mas também oferece alguma informação extra que faça a pessoa querer ler mais.

Personalize o seu título

Mais importante que o preheader, só o título mesmo.
Como é o primeiro contato do e-mail enviado com o leitor, ele precisa ser persuasivo e atraente. E para isso, nada melhor que a personalização.
Para se destacar na infinidade de outras mensagens na Caixa de Entrada, o título precisa ser irresistível contendo algum aspecto que desperte mesmo a atenção do leitor e destaque o caráter personalizado do texto.

Preste atenção na relação imagem / texto

E-mail marketing só com texto é coisa do passado. É preciso otimizar o conteúdo inserindo também imagem e até texto alt (caso a arte não abra, o leitor descobre do que se tratava com esse texto alternativo, além disso, seu conteúdo é reconhecido com maior facilidade pela plataforma - menos chance de virar SPAM).
Vale lembrar que é com base no texto que o provedor seleciona se é realmente uma mensagem de interesse do usuário. O Gmail, por exemplo, tem um sistema de abas que classifica entre promoção e atualização.
Se o texto for bem planejado, tiver boa escaneabilidade, conteúdo relevante e chegar em layout responsivo, as chances de  ir para a Caixa de Entrada são grandes.

Veja a reputação do seu domínio

Veja como anda a reputação do seu domínio
Será que seus e-mails marketing estão sendo enviados automaticamente para o lixo de todos os destinatários? Isso é o que acontece quando um domínio ou IP entra na blacklist.
Ou seja, se um destinatário marcou como SPAM, a plataforma começa a mandar automaticamente todas mensagens desse remetente para o lixo eletrônico. E aí acabou sua campanha!
Para descobrir como anda a reputação do seu domínio, a dica é consultar alguns sites como o mxtoolbox.com.

Mantenha sua base atualizada

Para o sucesso das campanhas de e-mail marketing, é necessário atualizar constantemente sua base de contatos.
No Mailchimp, por exemplo, há uma opção que o usuário cadastrado preenche um formulário para atualização de dados. Em um checkbox, é possível decidir se atualização será feita ou não.
No caso dos destinatários que interagem, a atualização garante que eles continuarão recebendo sua comunicação.
Mas, o procedimento também ajuda a descartar e-mails inativos. O que torna as campanhas de e-mail marketing mais eficazes.  

Pense que o seu usuário pode visualizar a mensagem pelo smartphone

Com o aumento do uso da internet móvel no Brasil, os e-mails marketing precisaram se adaptar à nova realidade usando layouts responsivos.
Então sempre que mandar mensagens via correio eletrônico para sua base lembre-se que muitas pessoas irão abrir pelo celular.
Portanto evite enviar e-mails pesados e com muitas imagens já que isso pode prejudicar a visualização e carregamento.
E assim as chances das pessoas lerem, interagirem ou clicarem no que você deseja é mínima.

Interaja com os usuários

Não quer cair no esquecimento? Então interaja sempre com sua base de contatos. Mas, é preciso ter cautela. Mandar e-mails marketing demais também desagrada as pessoas que acabam 
Interação com usuários
marcando a opção Descadastrar (isso quando não irrita ao ponto de denunciar como SPAM, é claro).
Não existe uma frequência ideal de envios de e-mail porque tudo vai depender do comportamento de seus contatos. Mas, mandar uma mensagem por semana costuma funcionar.
O importante é não ficar mais de 15 dias sem comunicação e também não interagir mais de 3 vezes durante a mesma semana.  

Nunca envie SPAM

Sending and Posting Advertisement in Mass é uma prática que realmente desagrada as pessoas.
Mais conhecida por sua sigla SPAM, nada mais é do que o envio em massa de e-mail marketing para pessoas que não autorizaram o recebimento.
Como se não bastasse fazer com que sua audiência veja você e sua empresa com maus olhos, o SPAM é uma estratégia que se revela cada vez mais ineficaz.
Isso porque as plataformas de correios eletrônicos ao identificarem esse tipo de mala direta a envia para o lixo e o destinatário simplesmente não abre sua mensagem.
Vale lembrar que também é considerado prática de SPAM quando você insiste em mandar e-mails marketing para pessoas da sua base que não interagem mesmo depois de receber algumas mensagens suas.

Deixe clara a opção de descadastro da base

Outra prática de e-mail marketing importante é oferecer ao destinatário a opção de descadastrar-se com facilidade. Isso porque se ele não parar de receber as mensagens quando quiser pode denunciar como SPAM.
O que normalmente resulta no envio do seu domínio para a blacklist.

Pense em critério de limpeza da base

Campanhas de e-mail marketing que realmente funcionam são aquelas em que os leads são bem segmentados e selecionados.
Se um grupo de contatos não abre mais suas mensagens, eles precisam sair da sua base.
Já que você irá perder tempo e dinheiro investindo em quem já mostrou que não tem interesse em manter relacionamento.
Para facilitar a limpeza da base, a dica é criar critérios de atividade e inatividade.
Por exemplo: se o contato respondeu seu e-mails nos últimos 30 dias, ele pode ser classificado como ativo enquanto os que pararam de responder há 31 dias ou mais como inativo.

Use as estatísticas ao seu favor

resultados com e-mail marketing

Taxa de cliques (CTR)

Do inglês ClickThrough Rate, o CTR mensura os cliques em relação à quantidade de e-mails enviados (inclusive se o usuário clicou várias vezes no mesmo link).
Portanto  é um indicador de interação das pessoas com o conteúdo que sua empresa está mandando pelo correio eletrônico.
Essa métrica, que também revela como anda a qualidade da sua base de contatos, precisa ser acompanhada diariamente.
Isso porque umas pessoas abrem seu e-mail marketing na hora, mas outras nos dias seguintes.
Por isso a taxa de cliques muda o tempo todo e precisa ser acompanhada com frequência.
Além de mostrar a performance de cada e-mail marketing enviado, o CTR também permite avaliar os resultados dos testes A/B porque você consegue descobrir quais layouts e conteúdos funcionam melhor em cada segmento da sua base.
O que permite mudar estratégias e obter melhores resultados em suas campanhas.  

Taxa de conversão

Também conhecida como Conversion Rate, é a métrica que revela quantas pessoas leram o e-mail marketing da sua empresa, clicaram no link (CTA) para Landing Page e realizaram a conversão.
Ou seja, mensura a quantidade de destinatários que executaram a ação planejada com o envio da mensagem pelo correio eletrônico. Portanto indica se o objetivo está sendo atingido.
Uma dica importante é sempre analisar a taxa de conversão de forma integrada com o Google Analytics.
Só assim você consegue identificar se as pessoas converteram mesmo por causa do e-mail marketing enviado.  
A taxa de conversão baixa é um alerta para rever as ações da campanha.
É preciso analisar se as estratégias estão realmente alinhadas com o objetivo e com o target que está recebendo os e-mails marketing.
Mas, nem sempre o problema é com o conteúdo ou layout das mensagens. Pode ser apenas um problema de otimização da Landing Page.

Taxa de rejeição

Também conhecida como Bounce Rate, essa métrica (que precisa ser acompanhada diariamente) revela a quantidade de e-mails que  não chegaram ao destinatário.

Tipos de taxa de rejeição

  • Bounce Rate Hard: indica os e-mails incorretos na sua base e também os endereços que foram desativados.
  • Bounce Rate Soft: indica que o e-mail não foi entregue por um problema temporário como, por exemplo, uma caixa de entrada lotada. Mas, a solução do provedor é rápida e na sequência  o destinatário recebe a mensagem.

Esses indicadores são importantes inclusive para deletar da sua base os e-mails que não existem mais ou que foram digitados de forma errada (taxa de rejeição hard).
Excluir o quanto antes esse tipo de contato é fundamental para que sua marca não vire spammer nem entre na blacklist.
E também para não prejudicar os resultados da campanha de e-mail marketing.   

Taxa de crescimento da base

Também chamada de List Growth Rate, é a métrica que revela o crescimento real da base (sem contabilizar e-mails que foram rejeitados e também os contatos de quem cancelou o recebimento).
Vale lembrar que é normal ter uma redução de cerca de 25% da sua base por ano segundo estatística do Hubspot.
Mais do que isso, é um alerta para você rever a qualidade do conteúdo que está enviando, as estratégias de captação de contatos e até a otimização da Landing Page.

Taxa de compartilhamento

Também conhecida como Email Sharing/Forwarding Rate, essa métrica indica a quantidade de e-mails marketing encaminhados pelos destinatários e quantos cliques para compartilhar  nas redes sociais.
A taxa de compartilhamento revela a popularidade do conteúdo da marca.
Afinal só se passa a adiante o que agradou. Além disso, esse indicador mostra novas oportunidades de aumentar a base de contatos (se foi compartilhado com outra pessoa é porque ela também tem interesse naquele tipo de conteúdo).

Taxa de abertura

Revela quantas pessoas estão de fato abrindo a correspondência eletrônica enviada por sua empresa.
Quando você cria sua própria base de contatos e oferece conteúdo relevante, a taxa de abertura costuma ser alta.
Já quando o mailing é comprado, essa métrica é bem baixa.

Taxa de retorno total sobre investimento

Mais conhecida como Overall ROI, a métrica mostra se o investimento na campanha de e-mail marketing obteve mesmo bons resultados. I
sso porque mensura a performance se baseando nas ações realizadas.

Como calcular o ROI

Vale lembrar que usar o Google Analytics facilita bastante. Mas, a fórmula é:

ROI abaixo das expectativas sinaliza que é preciso rever as estratégias e planejar melhor as ações.
Caso tenha sido o valor esperado, você já sabe o que fazer nas próximas campanhas. Mas, para aumentar o número de conversões, vale a pena testar novas estratégias.

Conclusão

As boas práticas de e-mail marketing são decisivas para o sucesso ou fracasso de suas campanhas.
Existem muitas outras estratégias que não foram mencionadas nesse post (já que o foco é listar as principais), mas o primeiro passo para escolher as melhores práticas é estabelecer o objetivo da campanha. Confira alguns exemplos:

  • Estreitar o relacionamento com consumidores e prospects
  • Sequência de e-mail marketing com foco em conversão
  • Assinatura de newsletter

Antes de começar sua campanha, é preciso ter em mente que o e-mail marketing é uma ferramenta poderosa.
Quando bem utilizado, ele consegue trazer muitos resultados positivos de acordo com seus objetivos.
Porém, quando não há bom planejamento e você adota práticas ineficazes, ele pode destruir o seu domínio.
Portanto é necessário conhecer muito bem seu target para escolher as práticas mais assertivas.

Victor Baptista

Fundador do Marketagem