Recolocação de mercado: como fazer sua transição de carreira para o Marketing Digital

Recolocação de mercado: como fazer sua transição de carreira para o Marketing Digital

Daniel Arend Daniel Arend27 de março de 2020
como levar o seu negócio para o online

Área relativamente nova que oferece uma grande variedade de carreiras, o Marketing Digital atrai profissionais dos mais variados setores que estão em busca de recolocação no mercado.

Principalmente os formados em Comunicação Social (Jornalismo, Publicidade e Relações Públicas). Mas, há espaço também para pessoas com diferentes tipos de graduação ou certificações técnicas.

Está pensando em fazer sua transição de carreira para o Marketing Digital? Então dá uma conferida no nosso post porque você vai descobrir quais as principais profissões do setor. E também como suas experiências anteriores podem facilitar sua transição de carreira.

Principais áreas do Marketing Digital

O primeiro passo para ter sucesso na área, é saber exatamente no que quer trabalhar. Isso porque o Marketing Digital é um campo amplo que reúne profissões novas que exigem skills e domínios de ferramentas totalmente diferentes. Confira as principais carreiras:

Quer trabalhar no meio online, mas ainda não entende o que faz a maioria desses profissionais? E nem conhece as habilidades que precisa desenvolver? Uma dica legal é, além de pesquisar bastante sobre a área, se inscrever em um curso introdutório para aprender o básico de Marketing Digital.

Isso vai facilitar sua transição de carreira porque você vai entrar em contato com professores que também são profissionais experientes. E que podem inclusive ajudar você a descobrir qual área deve aprofundar seus aprendizados futuros com indicações de cursos específicos nela.

Sem contar que irá conhecer pessoas e fazer networking, caso seja um curso presencial de introdução ao Marketing Digital.

Como suas experiências profissionais podem agregar ao Marketing Digital

Quem pretende se preparar para começar a trabalhar com Marketing Digital precisa aprender conceitos, estratégias, ferramentas e técnicas para conquistar a recolocação na área. Mas, em muitos casos, suas experiências profissionais podem ser necessárias na nova carreira. Inclusive se tornando até diferenciais.

Jornalistas

As habilidades de pesquisa, escrita e storytelling são muito necessárias no Marketing Digital principalmente nas seguintes carreiras:

  • Inbound Marketing/ Marketing de Conteúdo: precisa aprender a realizar pesquisa de palavra-chave e a compreender a intenção do usuário. Para dessa forma criar pautas para posts que sejam relevantes para as audiências e também que reforcem a autoridade do marca. Só para citar um exemplo das atribuições dessa função que engloba gestão de conteúdo.
  • Redator: se você quer trabalhar com produção de conteúdo, por exemplo, como é fundamental que você tenha noções de SEO para aplicar em textos. Dessa forma é possível criar conteúdo otimizadoO que é indispensável para o blog ou site se posicionar melhor no Google. Ou seja, ser encontrado com mais facilidade pelos internautas.
  • Jornalista de dados: outra nova profissão para jornalistas em alta.  Também conhecido como profissional de Data Driven Journalism, é ele que interpreta indicadores e estatísticas, compara informações, pesquisa dados brutos de planilhas de Excel,etc. Então se você quer atuar nessa área do Marketing Digital terá que aprender a realizar análise de dados, caso ainda não saiba.

Assessor de imprensa

Gestão de Redes Sociais, Analista de Link Building ou Assessor de Imprensa Digital são algumas das profissões que graduados em Comunicação Social costumam se sair bem no Marketing Digital.

  • Profissional de Link Building: o conhecimento de SEO, produção de conteúdo e assessoria de comunicação são a base. Isso porque você irá desenvolver relacionamentos para conseguir publicações com backlinks. Portanto toda sua experiência como assessor de comunicação offline é indispensável. Da produção de releases à rede de contatos que você possui.
  • Redes Sociais: atua na distribuição de conteúdo nas social media. Do planejamento à execução passando pela mensuração do processo. Ou seja, não é muito diferente da sua experiência com veículos offline.

No caso de você atuar como Link Builder, terá que analisar prévia de métricas de SEO Offpage como Domain Authority (DA – autoridade de domínio) e Page Authority (PA – autoridade de página) que são analisadas na ferramenta Moz ou similares.

Isso porque você também terá que levar em conta esses indicadores na hora de escolher os veículos que realmente interessam o envio de releases e publicações de guestposts.

Já se resolver trabalhar como gestor de redes sociais, será necessário aprender  estratégias de Instagram, LinkedIN e/ou Facebook. E também as especificidades de cada uma das social medias para conseguir se comunicar com o público-alvo de maneira mais assertiva.

Quer algumas dicas para atuar na área de Social Media? Baixe gratuitamente o Webinar Como Rodar sua estratégia de Redes Sociais que reúne experts da área. 

Publicitário

Para você que é formado em Publicidade e quer trabalhar na área de Marketing Digital, é preciso aprender algumas coisas. Mas, sua experiência offline pode ajudar bastante principalmente na área de mídia de performance.

Isso porque você pode trabalhar com Google Ads, Facebook Ads, Instagram Ads, entre outros. Ou seja, criando anúncios online e gerenciando campanhas.

Também pode trabalhar com Inbound Marketing na área de e-mail marketing.  Ou como copywriting, que é o bom e velho redator publicitário, mas que atua com conteúdo otimizado focado em vendas.

Entre as várias opções, o trabalho como atendimento publicitário em agência digital também é destaque.

Profissional de TI

Quem é da área de Informática também encontra algumas opções de recolocação profissional na área de Marketing Digital. É possível atuar como desenvolvedor em agências online, e-commerces ou empresas com presença online em geral.

Outra opção é ser especialista em SEO Onpage. Dessa forma você pode atuar em agências de Marketing Digital, lojas virtuais ou em startups diversas realizando otimizações de sites.

Para isso, será necessário aprender Search Engine Optimization. Inclusive para entender como funciona o Google e os principais buscadores. Além de se manter atualizado em relação à algoritmos e updates.

Profissionais de vídeo

Considerado um mix de buscador e rede social, o Youtube é a segunda maior ferramenta de busca online do mundo e reúne um grande número de youtubers profissionais e influenciadores digitais que vem aumentando cada vez mais nos últimos anos.

O que fez crescer a demanda por profissionais de vídeo para atuar na produção e edição de conteúdo para Youtube e outras social medias.

Portanto não falta espaço no Marketing Digital para quem é expert em audiovisual. Sem contar que as experiências prévias offline podem agregar bastante na carreira online. Talvez seja necessário apenas aprender alguns programas específicos, mas vai depender da vaga desejada.

Além disso, também é possível conseguir recolocação na área de e-learning. Isso porque a quantidade de cursos digitais também cresceu bastante nos últimos anos. O que gerou novos empregos para profissionais de vídeo.

Conclusão

Gestor de Redes Sociais e consultor de SEO são apenas algumas das diferentes profissões do Marketing Digital. Esse vasto campo vem criando inclusive várias oportunidades de recolocação no mercado.

Para atuar no meio online, muitas vezes é preciso aprender coisas novas e até se especializar na área que você deseja por meio de cursos e/ou mentorias.

Mas, vale lembrar que em muitas situações, as experiências anteriores de quem está em transição de carreira têm muito a contribuir com a nova área. E fazem toda a diferença na hora de conquistar seu novo emprego.

Quer começar a aprender Marketing Digital? Baixe nossos materiais gratuitos para entender melhor sobre o mercado e conhecer dicas de especialistas na área. 


5 Autores para aprender Marketing Digital com experts

5 Autores para aprender Marketing Digital com experts

Daniel Arend Daniel Arend13 de fevereiro de 2020

Aprender Marketing Digital exige dedicação e foco. Principalmente se você quer realmente investir em algum dos campos que esse mercado abriu. E é claro: estudar, estudar e estudar.

Além disso, é importante saber que você precisará sempre se manter atualizado e aprendendo sobre esse ramo. Até porque as ferramentas de Marketing Digital seguem em constante evolução e mudança.

Logo é importante que você conheça profissionais de renome em seus campos no marketing que se tornaram autoridades e se dedicam a passar adiante sua experiência adquirida. E tenha acesso a seus materiais de leitura.

Para ajudar, nós aqui do Marketagem listamos 5 autores que são referência em diferentes área do Marketing Digital. Confira logo abaixo:

Marketing de Conteúdo

Criar conteúdo se tornou uma ótima entrada no marketing digital para jornalistas devido a necessidade de produzir textos otimizados relevantes para o usuário que é uma das principais estratégias do Marketing de Conteúdo.

Quer aprender mais sobre essa área conhecida como Content Marketing?  Confira então as obras desses 3 autores experts no assunto:

Joe Pulizzi

Considerado referência quando o assunto é Content Marketing, Pulizzi se fortaleceu ainda mais como autoridade no tema quando lançou em  2014 o livro “Marketing de Conteúdo Épico”.

“Boas histórias que vão entreter, informar e provocar o seu público”. Esse é um dos pontos que o expert em Content Marketing destaca na obra. E também a importância de oferecer conteúdo relevante para os internautas.

Marketing de Conteúdo Épico

Além de podcaster, Pulizzi é fundador de 3 companhias sendo a mais famosa a Content Marketing Institute (CMI). E  organizador de vários eventos relacionados ao Marketing de Conteúdo como o Content Marketing World (CMW) que hoje é o maior do mundo sobre o tema.

Vale lembrar que no ano de lançamento da obra, o CMW já era o maior evento da América do Norte.

Se quiser entender melhor a importância do livro “Marketing de Conteúdo Épico”, os pontos mais interessantes e porque você deve ler, a dica é assistir nosso vídeo sobre Marketing de Conteúdo Épico:

Vitor Peçanha

Produtor de conteúdo e co-fundador do site Rock Content, Vitor se dedicou a difundir o seu conhecimento no blog da sua marca e também no canal de Youtube da empresa especializada em marketing de conteúdo. Hoje ele também faz palestras por todo o país compartilhando suas histórias de sucesso.

Em 2017, ele escreveu o livro “Obrigado pelo Marketing”. Com sua linguagem acessível, a obra mostra as várias etapas para criar e executar uma estratégia de sucesso. Peçanha explica com detalhes como usar do melhor modo canais como:

Com o objetivo de ser um atalho para qualquer profissional começar sua carreira com um conhecimento avançado, a obra se tornou um material obrigatório para todos que querem aprender e se aperfeiçoar em Marketing de Conteúdo.

Rafael Rez

Em 2002, Rafael fundou seu primeiro negócio. Ele foi sócio de outros empreendimentos. É MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas e em 2016 fundou a Nova Escola de Marketing.

Também foi consultor, professor de MBA, Pós-graduação e curso de Extensão em várias instituições e já participou de importantes palestras no país como a Digitalks Expo e Feira do Empreendedorismo.

Com toda essa vivência na área, Rafael Rez resolveu então escrever o livro “Marketing de Conteúdo: A Moeda do Século XXI”. Na obra, ele defende que o Conteúdo é muito mais do que simplesmente postar em blogs ou redes sociais para aparecer no Google: “Isso é cumprir tabela, não atender as dores do cliente” – afirma no livro.

O autor também explica que o conteúdo deve conquistar o tempo e a atenção das pessoas. O que hoje é a moeda mais cara. Fala de funil de venda e detalha sobre o marketing de permissão criado por Seth Godin.

SEO

Aprender a dominar as ferramentas de busca para ranquear melhor o seu site é uma arte. Nesse aspecto, entender o que é e como funciona o SEO é essencial. Destacamos uma autora referência na área.

Martha Gabriel

Reconhecida por todos os profissionais da área e considerada uma dos principais pensadores digitais no país, Martha Gabriel é referência em Marketing Digital, inovação e empreendedorismo. E  já palestrou em eventos mundialmente famosos como o TED e Keynote Speaker International.

Consultora, professora e escritora, ela se formou em Engenharia e ainda fez pós em Marketing e Design inovando o campo do Neuromarketing. Além disso, Martha Gabriel é mestre em Artes.

Com toda essa bagagem no currículo, Martha Gabriel lançou alguns livros. Dentre suas obras destacamos o “Marketing na Era Digital”. Em seus 15 capítulos, a publicação aborda de modo simples e direto a importância estratégica do marketing no novo contexto em que vivemos, cada vez digital. E também fala de conceitos mais técnicos como:

  • Redes
  • Mobile (uso de QR Codes, por exemplo)
  • Realidades Virtuais e Aumentadas
  • Social Media Marketing

Vale destacar que o livro é totalmente interativo. Dessa forma você usa o celular para acessar cases e vídeos aprofundando os temas apresentados.

Já no livro “SEM e SEO – Dominando o Marketing de Busca”, Martha Gabriel fala sobre gestão estratégica de Search Engine Optimization, Marketing de Busca e links patrocinados. Com foco tanto na tecnologia quanto em marketing. O que tornou a obra referência no assunto.

Sem contar que ambos os livros se tornaram essenciais para compreender as ferramentas de buscas e como utilizá-las ao seu favor.

Growth Hacking

Área vital para o desenvolvimento de startups de tecnologia, o Growth Hacking visa atingir o cliente com técnicas de redes sociais e marketing viral com o máximo de criatividade. Quer aprender mais sobre esse tema? Então vale a pena acompanhar esse autor essencial que nós aqui do Marketagem indicamos.

Sean Ellis

Podcaster e palestrante, Ellis inventou o termo Growth Hacking como o conhecemos. Co-autor do livro “Hacking Growth”, que foi traduzido para 16 línguas, e se destina a orientar na criação e execução de estratégias de growth hacking. Ajudou companhias como a Amazon e a Uber a atingirem mais de 1 bilhão em lucros.

Ellis mostra que implementar uma técnica tão inovadora envolve equipes multifuncionais combinando a expertise de:

  • analistas
  • designers
  • engenheiros de software
  • profissionais do marketing

Hacking Growth Sean Ellis

Tudo para gerar, testar e priorizar importantes ideias para o que cresimento.

Co-criador da GrowthHackers.com, o maior portal de Growth Hacking do mundo, Ellis já rodou o mundo com suas palestras acerca do tema.  E ocupou cargos de liderança em empresas como a DropBox e Eventbrite.

Para Ellis, o “Growth Hacker é o profissional que tem como foco o crescimento baseado em métricas”. Envolvendo equipes de profissionais multifuncionais para rapidamente gerar, testar e priorizar ideias importantes para o crescimento.

Marketing Digital

Um autor bônus que destacamos para você é Philip Kotler. O americano é um dos maiores nomes do Marketing, além de renomado especialista em estratégias do mercado.

Apesar da formação em economia, Kotler encontrou no Marketing a sua vocação. Professor universitário, já atuou como consultor de grandes empresas como a IBM e a General Electric.

Marketing 4.0

Escreveu vários livros que são referências para a área, entre eles: “Administração de Marketing” (uma bíblia do assunto) e “Marketing 4.0 – Do Tradicional ao Digital” em que Kotler coloca a convergência tecnológica como fator para o cruzamento do modelo de negócio tradicional com o digital.

Vale lembrar que nós do Marketagem falamos sobre essa obra no post 5 livros de marketing digital para você aprender planejamento. Se quiser saber mais sobre o assunto, a dica é dar uma conferida.

Conclusão

O Marketing Digital segue em constante evolução. Mudando sempre de acordo com o avanço da tecnologia e com os hábitos dos consumidores e dos negócios.

Por esse motivo os profissionais da área e estudantes que pretendem atuar nela precisam se manter sempre atualizados. E para isso, nada melhor do que acompanhar o trabalho dos autores que são referência nela.

Nesse post, nós do Marketagem listamos escritores que temos como referência em seus campos de atuação. Mas, você pode encontrar outros que se destaquem também. Ou que abordem o mesmo tema por um outro ponto de vista.

Já se você quiser aprender a gerenciar projetos, o que é fundamental para empreender e em diversas carreiras do Marketing Digital, a dica é dar uma conferida no nosso post que traz  5 dicas livros sobre Gestão de Projetos.

Quer aprofundar mais seus estudos em Marketing Digital? Assine nossa newsletter para não perder nenhum conteúdo novo do blog Marketagem. Aproveite também para baixar nossos Materiais Gratuitos


Primeiros Passos no Marketing Digital

Primeiros Passos no Marketing Digital

Daniel Arend Daniel Arend12 de fevereiro de 2020

Uma das carreiras que mais chama a atenção de estudantes e empreendedores hoje em dia é o Marketing Digital.

O primeiro pelo leque de oportunidades profissionais que o ramo oferece, que vai de tecnologia a análise de conteúdo. O segundo por ver em suas técnicas, estratégias e ferramentas a chance de alavancar resultados em seu negócio( seja ele grande ou pequeno).

Mas, independente da opção em que você se encontra, um fator é muito importante: saber exatamente do que se trata o Marketing Digital. Os campos, as técnicas e os conhecimentos necessários para alcançar seus objetivos.

Com tantas informações, conceitos, nomes e siglas, pode até ser intimidador para quem nunca teve contato com a área. Porém, não se preocupe porque vamos guiá-lo nessa caminhada, apresentando o tema e explicando seus principais pontos para que você dê seus primeiros passos no Marketing Digital.

O que é o Marketing Digital?

Não adianta falar de conceitos sem saber o básico, certo? Então vamos definir o que é esse tal Marketing Digital: é o conjunto de estratégias e ações em meios online usado com diferentes objetivos. Entre os principais estão:

  • Fazer a marca/produto/serviço aparecer mais (Awareness);
  • Atrair e gerar leads;
  • Aumentar as vendas de um negócio online (principalmente e-commerce);

Mas essas estratégias não são exclusivas para lojas virtuais. Vale lembrar que aqui no blog do Marketagem falamos recentemente sobre a importância de atrair mais clientes implementando Marketing Digital em lojas físicas.

Com a internet, cada vez mais pessoas migraram seus hábitos de consumo dos dispositivos  tradicionais (rádio e TV) para os dispositivos móveis (smartphones e tablets). Por estarem conectadas boa parte do seu dia, fazem suas compras online e procuram serviços e recomendações.

Portanto é vital para o seu negócio que ele esteja onde seu cliente está. E vários fatores podem influenciar na decisão de compra dele, como amigos e localização. O Marketing Digital atua para diminuir os obstáculos entre marcas e pessoas.

 Marketing Digital não é receita de bolo

Parece um conceito simples, mas pode ser extremamente subjetivo. Vai depender em especial de dois fatores: o negócio e o cliente. A interação com o público que você quer atingir e se seu produto ajuda a sanar a dor dele.

Portanto não há jeito certo de executar as tarefas do Marketing Digital. Há apenas o bom uso de ferramentas e canais dentro do planejamento que você determinar. Além disso, o que trouxe resultado para o seu concorrente não quer dizer que trará para você.

Cada caso é um caso. Cada cliente é uma persona diferente. E, por mais que o objetivo final de um negócio seja gerar lucro, cada negócio tem a sua estratégia para atingi-lo.

Portanto Marketing Digital não é fácil e exige dedicação e aprendizado. Um bom início pode ser realizar um curso introdutório com profissionais experientes.

Principais termos de Marketing Online

Diversas áreas têm seus jargões e siglas específicas e no Marketing Digital não é diferente. Então preparamos esse rápido glossário explicando alguns dos mais usados no meio:

Persona

É uma representação semi ficcional do seu cliente ideal. A persona serve para nortear a produção de conteúdo de acordo com a jornada do cliente. Ajuda até a identificar as melhores formas de falar com o público que você quer atingir e a entender seus desejos e necessidades.

Vale a pena usar esse kit para ajudar na construção da sua persona.  Além disso, se você quiser saber mais sobre o tema, a dica é assistir o vídeo abaixo porque explicamos mais detalhadamente sobre Persona e como construir uma. Confira:

Funil de vendas

Também chamado de Funil de Marketing, é o caminho que o usuário faz para se tornar um cliente. Para guiá-lo nessa jornada, é recomendado utilizar estratégias de Marketing de Conteúdo, criação de personas, palavras-chaves, campanhas de e-mail marketing, entre outros.

Outros termos básicos importantes

  • Lead: são pessoas que estão chegando ao meio do funil de marketing. Como têm interesse em seu conteúdo e no relacionamento com sua marca, elas deixam informações pessoais ou profissionais (como e-mail ou celular) para receber informações relevantes da sua empresa.

  • Landing Pages: páginas em que os visitantes deixam suas informações normalmente em troca de algum material para download como e-books ou algum serviço gratuito como, por exemplo, uma auditoria em SEO .

  • CTA: do inglês Call To Action, é  uma chamada para ação que pode estar presente em posts ou vídeos. Ex: Quer aprender mais sobre Marketing Digital? Assine nossa newsletter Marketagem para saber das novidades em primeira mão.

  • E-commerce: sites que realizam vendas online. Ou seja, as lojas virtuais.

  • SEO: conjunto de técnicas para otimizar seu site para buscadores. O que o torna mais facilmente encontrado na busca orgânica dos mecanismos de busca.

Diferença entre objetivos, metas e KPIs

Está quase na hora de preparar a sua estratégia? Então precisa estar bem estabelecidos objetivos, metas e KPIs. E para isso, você precisa entender que eles não são a mesma coisa. Confira as diferentes  definições:

  • Objetivo: o que você quer alcançar. Ex: aumentar as vendas
  • Meta: é seu objetivo quebrado em diferentes partes. Elas estão relacionadas à quantidade e período de tempo. Ex: Crescer 30% das vendas online em 6 meses.
  • KPI: Sigla de “Key Performance Indicator”, são indicadores-chave de resultado que revelam se você está atingindo o objetivo proposto. Normalmente são usados principalmente associados às metodologias ágeis. 

Quer entender melhor? Confira nosso vídeo sobre isso:

Veja um exemplo prático

É importante você ter seus objetivos, estratégias, ações e meios digitais muito bem definidos. Vamos mostrar isso em um exemplo prático disso.

Aqui no Marketagem nosso objetivo é muito claro: captar alunos para o Curso de Marketing Digital na Prática. Agora nós vamos traçar toda a nossa estratégia e ações em cima desse plano para no final ver em quais canais é possível atingir as persona do nosso curso de Marketing Digital.

Passo a passo

  1. Estratégia: Criar curso de introdução ao Marketing Digital com valor acessível para os interessados em aprender sobre o tema. Fazer divulgação no Google.

  1. Ações: Criar o curso de Introdução ao Marketing Digital, Investimento em SEO e Google Ads.

  1. Meios digitais: Google Ads e Site.

 Para atingir os resultados desejados, é importante saber exatamente onde se quer chegar.  Do contrário as ações que você fará serão vazias. Como se você seguisse uma viagem para um lugar que nunca foi e não tivesse um mapa ou indicações para saber se está chegando ou não.

O que são canais de Marketing Digital?

Basicamente os canais de Marketing Digital são os meios em que o público que você quer atingir está. Dessa forma você precisa criar estratégias para se relacionar com ele, atrai-lo e convertê-lo em cliente.

Existem vários, mas você não precisa usar todos. Faça isso de acordo com a sua estratégia. Confira os principais canais de Marketing Digital disponíveis:

Marketing de Conteúdo

Também chamado de Content Marketing, é utilizado para compartilhar informações relevantes que atraiam e ajudem a sanar dúvidas do usuário por meio de conteúdo de alta qualidade. Para isso, distribua seu conteúdo em:

  • Blogs
  • Sites da empresa
  • Redes Sociais

Feito da maneira correta, o Marketing de Conteúdo pode aumentar as visitas do seu site, trazer autoridade e reconhecimento a sua marca. E se seu produto for muito específico, você pode educar o público para que no futuro ele venha a ser seu cliente.

Um exemplo disso é se o seu produto for um brechó. Você pode produzir conteúdo otimizado, relevante e de alta qualidade ensinando seu público sobre os benefícios da moda sustentável.

Redes Sociais

Um excelente canal para criar interação e aproximação direta com clientes e prospects. As redes sociais fazem uma ponte direta entre público e marca para dialogar, comunicar e influenciar.

Logo, ter uma página nas redes sociais pode contribuir na sua estratégia de várias formas, por exemplo:

  • Promover suas ações e conteúdos
  • Humanizar a marca (mostrando por exemplo seu dia a dia)
  • Gerar engajamento

Esses fatores ajudam o cliente a se identificar com a sua marca, além de agregar mais valor a ela. Isso porque mostra que você tem mais a oferecer do que só o seu produto (ideais, atitudes e valores). No vídeo abaixo, nosso expert em Redes Sociais explica sobre os 4 pilares do planejamento estratégico de social media. Confira só:

 Já se você busca uma mudança de carreira, a dica é ler nosso post sobre a profissão gerente de redes sociais.

 Quer aprender mais sobre social? Separei mais posts aqui do blog Marketagem sobre o tema:

Devo estar em todas as redes sociais?

Ótima pergunta para quem quer começar a ter presença digital. Isso irá depender exclusivamente de onde o público que você quer atingir mais se concentra. Por exemplo, se você trabalha em um segmento que dependa de um artifício mais visual, como moda, um perfil no Instagram com seus modelos pode ser uma boa.

Afinal, nosso país é o segundo maior usuário da rede. E 35% dos seus usuários são jovens. Atingir esse público pode gerar bons resultados para o seu negócio. Dedicamos um post inteiro para falar de métricas de Instagram e outras dicas sobre a rede social queridinha dos brasileiros;

E no post de Presença nas Redes Sociais falamos mais sobre a importância de ter seu negócio próximo do seu público e como identificar melhor a ideal para você. Não deixe de ler.

SEO

Mas nada desse trabalho adianta se você não puder ser encontrado nos buscadores, não é? E é aí que entram as técnicas de SEO.

SEO vem de Search Engine Optimization (otimização das ferramentas de busca). E como diz o nome, ele trata de fazer melhorias no site para que ele atinja as primeiras posições nos buscadores como o Google por exemplo.

Essa otimização acontece em vários pontos. Pode melhorar a leitura do seu site para os robôs do Google, otimizar conteúdo com palavras-chave, reduzir a velocidade de carregamento do site, colaborar com a usabilidade, entre muitos outros.

Com tais melhorias, há mais chance de você estar no topo da página de busca.O que aumenta as chances do usuário clicar nos seus links.

Listamos neste post ferramentas do SEO que ajudam no dia a dia para facilitar seu trabalho de melhorar. Não deixe de conferir.

E-Mail Marketing

Automação utilizada para envio de mensagens com fins comerciais para uma lista de contatos autorizados. O E-Mail Marketing é uma poderosa ferramenta, que pode ter o objetivo de:

  • Fortalecer sua marca ou produto;
  • Comunicação com clientes;
  • Iniciar / Guiar o cliente na jornada de compra.
  • Atuar como Newsletter que é uma espécie de jornal informativo para o cliente.

O E-Mail Marketing também é ótimo para segmentar o seu público. Você pode criar listas a partir da receptividade do cliente. Quem está abrindo ou quem está clicando, por exemplo.

Isso permite que você seja mais assertivo em suas campanhas, mandando o material apropriado para o momento da jornada em que esse cliente se encontra.

Mas com grandes poderes, também vem grandes responsabilidades. Veja o que fazer e não fazer em uma campanha e tome cuidado para que você não se torne o chato do e-mail, enchendo a caixa de mensagens do seu público.

Isso é extremamente irritante, e uma das más práticas do e-mail marketing que listamos no nosso post de 6 cuidados para ao enviar uma campanha.

Mídias online

Quando você acessa o Google e vê os primeiros sites como anúncio, já se perguntou de que modo eles estão em posições de tanto destaque? Essa é só uma de algumas formas de como as mídias pagas atuam na internet.

Como o próprio nome sugere, mídias online são ações publicitárias de exposição da sua marca. Mediante um pagamento, você coloca seu veículo em evidência, aparece mais e tem mais chance de aumentar seu tráfego e vendas no seu site.

Esse é um exemplo claro de como a internet revolucionou e barateou serviços que antes eram caros para pequenos empreendedores. Antes esses anúncios eram feitos em forma de comerciais de rádio ou em revistas e jornais.

Hoje as principais e mais influenciadoras fontes de mídias online são o Google Ads e o Facebook Ads. Falamos detalhadamente sobre cada um deles e suas diferenças no blog do Marketagem, não deixe de ler.

Mas tome cuidado. Afinal, investir nessas mídias sem saber como elas funcionam pode esvaziar seu bolso e não trazer resultado algum. Por isso, saiba quando se deve investir em Google Ads e em Facebook Ads e a importância do Remarketing para o Google.

Por que estudar Marketing Digital?

O campo do Marketing Digital vem abrindo enormes possibilidades. Com o avanço da tecnologia, mais áreas surgem para cobrir necessidades que antes nem imaginávamos que viriam a existir.

Estudar Marketing Digital pode ser o fator determinante para uma mudança de carreira ou elevar as possibilidades de ter sucesso no negócio próprio.

Cada vez mais pessoas estão online e migram seus afazeres para a internet. Logo o digital tem muito mais presença na jornada de compra de um cliente.

Nós listamos aqui 4 motivos para mostrar que estudar Marketing Digital é fundamental.

Conclusão

Agora você tem o necessário para começar a entrar de cabeça nesse universo viciante. Pode parecer assustador de início, mas continue praticando e você entenderá o processo. Tornando tudo menos complicado.

Mas é só o início. Mantenha-se sempre atualizado e praticando com pequenos testes. Planeje sua estratégia, execute suas ações e mensure os resultados.

Esse post ajudou você a entender um pouco mais sobre o Marketing Digital? Comente suas dúvidas e assine nossa Newsletter para ficar atualizado nas novidades.

 


Como as lojas físicas podem atrair mais clientes com o Marketing Digital

Como as lojas físicas podem atrair mais clientes com o Marketing Digital

Daniel Arend Daniel Arend4 de fevereiro de 2020

O Marketing Digital revolucionou as vendas online e físicas. Lojas virtuais crescem e expandem em grande velocidade. Mas, isso não significa que as lojas físicas estão fora do jogo.

Apesar do crescimento do virtual, frequentar e comprar em estabelecimentos ainda são muito presentes em nossos hábitos de consumo. Desde coisas rotineiras, como supermercado, até comprar uma roupa ou um eletrodoméstico.

Segundo relatório divulgado pela Magazine Luiza, em 2019 houve um crescimento de 19% em suas vendas nas unidades físicas. Mostrando que, mesmo em tempos em que tudo está disponível online, é igualmente importante ter presença digital. Dessa forma não é preciso ser um varejista grande para conseguir ter mais clientes.

Sabia que é possível você, com um investimento menor ou igual ao online, atrair mais pessoas para sua loja física e torná-los seus clientes? Quer saber como?

Continue lendo esse post do Marketagem porque você vai conhecer boas estratégias online para ajudar a atrair clientes.

Marketing Digital para Lojas Físicas

 

Comprar com o uso da internet já é rotina para muita gente, mas existem aquelas pessoas que fazem questão de ir à loja. E para elas, até existe uma nova modalidade: clientes que usam da internet para pesquisar o que querem, mas compram em estabelecimentos físicos. (Quem nunca?)

Uma pesquisa divulgada no Think With Google mostra que 82% dos consumidores fazem essa busca. Seja para conhecerem melhor o produto, a marca e até mesmo o lugar onde irão comprar. Outro dados importantes da pesquisa mostram que:

  • lojas que facilitam o cliente achar tais informações online aumentam sua venda até 8 vezes mais;
  • 57% dos usuários estão mais propensos a visitar a loja;
  • 39% dos usuários ficam mais dispostos a entrar em contato com a loja;
  • 51% dos usuários podem comprar na loja;

Isso mostra como ter uma presença digital com informações organizadas no Google pode ter um impacto positivo e direto no seu lucro mensal. Mesmo que você não tenha um e-commerce.

Como preparar sua loja para essa nova realidade

Antes de começar a usar a internet para aparecer, você precisa preparar a sua loja para essa nova realidade. E para isso, é muito importante saber com quem você quer falar. A que tipo de público o seu produto se destina.

Uma dica para isso é você criar uma persona com o auxílio do nosso kit,  detalhando como seria o perfil do seu cliente ideal. Sabendo a quem você vai se dirigir, é possível ter uma visão melhor de como atender e de forma mais assertiva.

Atraindo clientes para loja

Hoje existem diversas possibilidades para se divulgar ao público que você quer atingir. Com ações simples, combinando o online com o offline, para atingir resultados positivo. Você pode:

Crie um site para o seu negócio

É uma ótima forma de ser encontrado pelo Google. Com a criação de site, você pode obter dados como endereço, forma de contato e outras informações que você julgue ser de interesse sobre o seu negócio. Além disso, você pode falar sobre a marca e seus produtos/serviços.

ferramentas de seo

E acrescentando um blog você pode produzir conteúdos sobre o seu ramo de negócios que ajuda sua audiência, cria interesse e fideliza possíveis clientes. Por exemplo, se você tem um brechó, faz todo o sentido fazer um texto sobre moda e economia sustentável. Ou a importância de passar adiante peças que você não faz mais uso.

O SEO é seu aliado

Agora você tem um site, mas quer ser achado pelas pessoas quando elas buscarem pelo seu ramo no Google. É preciso ter em mente que o usuário não olha a segunda página do buscador em diante ao procurar o que quer.

Então é necessário que você se mantenha na página inicial e o mais perto possível do topo. São nos primeiros resultados dos buscadores onde o maior número de cliques é feito.

Para isso você precisa de um trabalho de SEO (Search Engine Optimization) ou uma equipe que desempenhe essa tarefa no seu site. Quanto mais o seu site for otimizado, mais o Google irá mostrá-lo para as pessoas, se destacando da concorrência.

Uma outra solução é utilizar o Google Ads, pagando para que a plataforma anuncie sua marca, ganhando público de forma rápida.

Use e abuse das Redes Sociais

Pesquisa realizada pela PwC Brasilmostrou que 77% dos consumidores usam as redes sociais como fator decisivo para decidir uma compra. O segundo maior motivador no país. Isso mostra a importância de ter esses canais como parte da sua divulgação.

Crie uma página no seu negócio, fale sobre seus produtos e marca e interaja com seus clientes. Com postagens usando de bom humor e criatividade você pode fidelizar e atrair novos clientes para o seu negócio físico.

Quer aprender estratégias para a redes social queridinha dos jovens brasileiros? Confira nosso post com dicas de estratégia e planejamento para o Instagram.

A importância do Omnichannel

Grandes marcas do varejo perceberam que é importante usar diversos canais para melhorar a experiência do usuário. Usando estratégias de Omnichannel, as lojas viram a oportunidade de trazer o cliente do online para o offline.

Mas, vale lembrar que, apesar de o seu negócio ter vários canais, o cliente que você quer atingir é o mesmo. Ou seja, não existe “cliente da internet” e “cliente da loja”. Logo todos os seus canais (loja, site e redes sociais) devem ter a mesma voz quando se dirigirem a ele.

E também guiar o cliente durante sua jornada de compra. Ele pode chegar ao seu canal apenas procurando algo ou fazendo contato para tirar dúvidas e até mesmo efetuando a compra na sua loja física.

Para que serve o Omnichannel

  • Vender produtos online e o cliente retirar na loja física;
  • Vender produtos por televendas e possibilitar a troca na loja;
  • Usar aplicativos de Realidade Aumentada para que o cliente veja como o produto ficará em sua casa;

Quando ações multicanais são feitas da maneira correta gera uma ótima experiência para o consumidor. E consequentemente aumenta a confiança dele em relação ao vendedor e à loja. E também de retornar ao estabelecimento e divulgar a marca para família e amigos.

Google Meu Negócio: Ajuda gratuita às PMEs

Um outro caminho para atrair clientes é o Google Meu Negócio. A ferramenta gratuita é ótima para pequenas e médias empresas e você pode:

  • Informar sobre seus produtos/serviços;
  • Endereço completo e telefone;
  • Horário de funcionamento preciso;
  • Fotos de qualidade da sua loja;
  • Avaliações e comentários dos clientes.

Elimina os obstáculos entre seu negócio e o cliente

Imagine que, em pleno feriado, você precisa ir ao mercado. Mas não sabe se ele está aberto. Esse é o tipo de situação em que o Google Meu Negócio ajuda o cliente.

Com as informações preenchidas corretamente, é possível informar o exato horário de funcionamento do mercado aos internautas. E assim eles conseguem chegar ao seu estabelecimento a tempo para comprar o que precisa.

Da mesma forma que, com o telefone de contato, o cliente pode saber se o produto que ele está interessado tem na loja e qual o preço. Sua jornada de compra e tomada de decisão já iniciam antes mesmo dele sair de casa.

 Portanto a dica é facilitar essas informações ao seu cliente para eliminar os obstáculos entre ele e  sua marca. Do contrário, isso pode acarretar em avaliações ruins para o seu negócio. E com certeza não é isso que você quer.

Conclusão

Hoje ter presença digital é super importante para sua loja física. Isso porque muitas vezes a jornada de compra começa pela internet mas é concluída offline. E para que isso ocorra, é necessário conhecer sua persona para criar estratégias de Marketing Digital mais assertivas e, claro, manter a equidade do tom de voz em todos os canais da sua marca.

O que passamos nesse texto foram algumas dicas introdutórias.  O trabalho de Marketing Digital requer profissionais capacitados e dedicados. Com conhecimento em áreas distintas do negócio, e diariamente comprovando a eficácia das estratégias descritas. Atraindo clientes e divulgando marcas pela internet.

Mas com as orientações acima você pode ter um início, ir do 0 para 1. Comece aos poucos, escolha alguma das ações descritas, execute e mensure.

Sua loja física já usa estratégias de Marketing Digital? Conte para a gente nos comentários suas maiores dificuldades sobre o assunto?

 


O que preciso saber antes de começar um blog

O que preciso saber antes de começar um blog

Daniel Arend Daniel Arend30 de janeiro de 2020

Embora os blogs ofereçam benefícios, eles também requerem alguns requisitos básicos que é preciso estar ligado antes de colocar suas páginas no ar.

Quer saber quais são eles? Então fica ligado porque neste post Marketagem você vai ficar sabendo um pouco sobre a parte técnica e também sobre estratégias de Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing. Confira:

Blog tem baixo custo, mas não é de graça

Muita gente pensa que publicar posts não requer nenhum investimento. É verdade que as plataformas CMS como Wordpress e Blogger são gratuitas. Mas, para criar um blog profissional de sucesso é necessário ter alguns custos com a criação e manutenção dele.

Mas, não se preocupe porque são poucos gastos. Alguns você paga anualmente (compra de domínio) enquanto outros são mensais (hospedagem do site). Há ainda os valores de renovação do domínio após 1 ano que também é um custo considerado pequeno.

Você também precisará contratar algumas ferramentas de SEO para tentar fazer  seu blog posicionar melhor no Google. Isso porque por meio delas é possível realizar otimizações diversas como, por exemplo, pesquisa de keywords.

Além disso, em alguns casos, até assinatura de banco de imagens é necessária para evitar problemas com direitos autorais. Entre outros custos que nem sempre as pessoas têm conhecimento antes de criar um blog da marca ou profissional.

Comprar o domínio é o primeiro passo

Escolher o nome do seu blog normalmente é o início de tudo. Mas, antes de colocar a mão na massa e criar seu site do zero, até mesmo por questões de direitos autorais, é indispensável que você compre um domínio (como, por exemplo, nomedoseublog.com.br ou nomedoseublog.com, entre muitos outros).

Eles podem ser adquiridos no site Registro.br, que vende uma grande variedade de domínios (sendo os mais famosos os terminados em com.br). Outra opção é comprar no próprio Wordpress ou em hosts.

É preciso contratar hospedagem para sites

Também conhecidas como Host, muitas empresas oferecem o serviço de armazenamento de páginas virtuais em um provedor (compartilhado ou dedicado). Além de serem responsáveis por manterem elas aparecendo na web.

Então se você quer que seu blog gere muito tráfego, terá que deixá-lo preparado para aguentar a grande quantidade de pessoas navegando. Caso contrário, justamente quando ele começar a bombar, acabará saindo do ar. Para evitar que esse tipo de problema ocorra com sua empresa ou seu blog profissional, a dica é escolher uma boa empresa de hospedagem de sites.

Vale lembrar que elas também oferecem outros serviços essenciais como capacidade de armazenamento (em alguns planos é ilimitado), SSL gratuito e até e-mail @nomedoseublog, entre outros.

Portanto antes de começar seu blog, é fundamental comparar os planos de várias empresas de hospedagem para fechar o melhor negócio para você.

Todo blog de sucesso tem objetivos por trás

benefícios de criar um blog

Antes de começar seu blog profissional ou da sua empresa, não esqueça de se perguntar o porquê desse trabalho todo. Afinal sem um norte para ele, se torna complicado definir metas e avaliar resultados.

Sem contar que publicar posts sem um objetivo bem definido pode acabar abreviando a vida útil do blog. Isso porque ele vai deixar de ser prioridade para você e sua equipe porque os objetivos da produção de conteúdo são desconhecidos.

Determinar seu público-alvo é fundamental para o sucesso do seu blog

Uma das maiores causas de blogs serem deixados de lado por seus criadores é a falta de engajamento do público. O que pode ocorrer por vários motivos incluindo a não identificação dos internautas com o tom de voz.

Para evitar esse problema, uma dica importante é segmentar o target antes mesmo de começar seu blog. Dessa forma você consegue direcionar o conteúdo para um nicho que terá interesse nele. O que aumenta consideravelmente as chances de você conseguir uma audiência engajada desde o início.

Sem contar que facilita até a monetização do blog, a distribuição nas redes sociais e também criar campanhas de e-mail marketing.

A construção de personas para orientar a produção do conteúdo faz toda a diferença. Aqui no Marketagem, você encontra tudo que precisa para criar personas em nossa Página de Materiais Gratuitos. Basta baixar nosso Kit Persona.

Planejamento faz toda a diferença

Outra coisa que você precisa saber antes de criar um blog é que será preciso muito planejamento para mantê-lo no ar.

É importante inclusive estabelecer uma frequência de postagem de conteúdos para que seu público saiba que o blog está sempre atualizado e desenvolva assim o hábito de o acessar regularmente.

Além disso, com prazos de postagens estabelecidos, é possível organizar toda a rotina de produção de conteúdo. Estabelecendo datas para a criação do calendário editorial até a programação de posts.

Aprenda a monetizar seu blog

Como você já deve imaginar, não dá para ficar milionário em 1 mês postando na internet. Mas, dá para ganhar dinheiro com conteúdo ao monetizar o seu blog. Então vale a pena pensar em como fazer isso antes mesmo de criá-lo.

Mensurar é preciso para avaliar o desempenho

Outra coisa que é preciso ter em mente antes de lançar seu blog é que precisará analisar a performance das postagens e entender de onde está vindo seu tráfego por exemplo. O que é possível por meio de ferramentas como o Google Analytics e outros plugins instalados no Wordpress.

O que você precisa saber da parte técnica antes de começar um blog

  • Você terá que escolher um CMS  e definir qual será o layout entre os vários templates gratuitos oferecidos
  • Precisará comprar um domínio e configurar DNS na plataforma que você usa
  • Escolher uma empresa de hospedagem (host) para ter o e-mail @seublog.com ou @seublog.com.br (dependendo do domínio comprado)
  • Também será necessário instalar plugins como, por exemplo, o Yoast (SEO),  e até mesmo outros como anti spam, etc.
  • Precisará aprender a publicar no CMS e realizar as otimizações de SEO nos posts

Conclusão

Para criar um blog de sucesso, é necessário ter em mente todo o processo que ele demanda. A compra do domínio é o primeiro passo antes de colocar a mão na massa e construir o blog em si. Mas, vale a pena também criar estratégias em relação à produção de conteúdo e principalmente para monetizar seu blog.

Quer aprender um pouco mais sobre produção de conteúdo e blogs? Assine gratuitamente nossa newsletter para receber novidades sobre o mundo do Marketing Digital em primeira mão! 


Como comprar um domínio para seu blog

Como comprar um domínio para seu blog

Daniel Arend Daniel Arend17 de janeiro de 2020

Estratégicos para fazer você se destacar na sua carreira em Marketing Digital, os blogs são ótimos espaços para você compartilhar seus conhecimentos e adquirir autoridade no assunto que é especialista.

Além disso, esse conjunto de páginas virtuais também costuma aproximar marcas de seus targets por meio de conteúdo otimizado que responde às principais dúvidas dos possíveis consumidores e clientes sobre os produtos ou serviços da empresa em cada etapa da jornada do cliente e do funil de marketing.

Um dos primeiros passos para colocar seu blog no ar é a compra do domínio. Quer saber como faz isso? Então fica ligado neste post Marketagem até o fim porque eu explico onde você pode adquirir o seu e descobrir se ainda está disponível para compra.

O que é domínio?

Quase tão velhos quanto o nascimento da internet, os domínios surgiram como uma forma mais prática de localizar e identificar sites. Ou seja, os nomes facilitam a memorização do endereço da página na web pelas pessoas.

Portanto a escolha do domínio é a base de tudo quando o assunto é blog. O que o torna tão importante quanto a qualidade do conteúdo e a identidade visual da página

Isso porque é o domínio que define o “nome do site” e também o endereço eletrônico dele. Então normalmente é o primeiro passo para criar um blog de sucesso. Para ficar ainda mais claro, eu vou dar como exemplo o nosso domínio: https://marketagem.com.br/

Domínio gratuito X pago

Quando você cria um blog em ferramentas gratuitas como, por exemplo, Wordpress, você ganha um domínio grátis terminado em wordpress.com. E mesmo ocorre no Blogger com o domínio terminado em blogspot.com.

 Mas, se você quer que o endereço eletrônico termine em .com.br, com. ou qualquer outra extensão diferente, é preciso comprar um domínio. O que costuma ser barato em planos de empresas de hospedagem de sites.

Quais as categorias de domínios de blog existentes?

Aqui no Brasil, a maioria dos endereços eletrônicos termina em: .com.br. Mas, existe uma grande variedade de categorias de domínios.

arquivo de persona simplificado

Algumas inclusive sinalizam a profissão do dono do site como, por exemplo, os finalizados em .jorn.br (que indica jornalista do Brasil) ou.ppg.br (publicitários e profissionais de marketing e propaganda brasileiros). Há ainda as extensões regionais como, por exemplo, niteroi.br..

Embora sejam mais raros em nosso país, dependendo da sua estratégia com seu blog, pode valer a pena comprar domínio de categoria profissional liberal ou de cidade no Registro.Br (que é o departamento do Núcleo de Informação e Coordenação dos domínios terminados em Ponto Br).

Como consultar se o domínio que pretende comprar está disponível

  • Registro.br: é nessa página que você pode comprar domínios que terminem em com.br e muitas outras categorias.E, claro, consultar a disponibilidade do nome de blog que você quer antes.

  • Empresas de hospedagem de site: normalmente elas oferecem pacotes completos que incluem hospedagem de site, e-mails, DNS. E também são autorizadas a vender domínios neles. Só que normalmente são os finalizados em com. ou outras extensões.

Cuidados ao escolher o domínio do seu blog

Depois que você consultou se o nome do blog que você deseja comprar está disponível, é hora de descobrir a vida pregressa dele. Afinal, você não quer associar sua carreira ou marca a um domínio que teve má reputação online, certo?

Para isso, a dica é jogar o nome do site no Google, com o seguinte comando: site:seudominio.com.br (ou .com,etc.). Se o buscador mostrar resultados de pesquisas esquisitos, vale a pena reavaliar se vale mesmo a pena adquirir esse domínio. Já se não aparecer nada na busca, não importa o que foi antes, o Google já desindexou.

Outra dica de ouro é consultar o Wayback Machine, que é uma ferramenta gratuito do Google que mostra o histórico do site. E aí você vai saber como ele era antes de você comprar o domínio. Se nada aparecer é porque o domínio nunca foi comprado antes.

Caso o domínio que você tanto quer esteja comprado por alguém, é possível descobrir quando irá expirar no site Who Is. Lá você também encontra a qual empresa ou pessoa pertence o domínio atualmente.

Conclusão

Escolher o domínio para seu blog deve ser um dos primeiros passos na hora de criar seu site do zero. Isso porque ele vai ficar na URL da home e ajudar a localizar suas páginas na web.

Mas, é possível ir além, enfatizando sua profissão na extensão do domínio ou até mesmo a localidade que você atua. Porém, o mais usual é os domínios de site e blogs no Brasil terminarem em com.br.

Vale ressaltar que o melhor domínio para seu blog  é aquele que conversa com seu objetivo com ele. Portanto se for criar autoridade como profissional, uma extensão da categoria profissional pode colaborar com isso.

Além disso, palavra-chave é muito bem-vinda em domínios. Mas, elas precisam fazer sentido e estar perfeitamente alinhadas com o propósito da criação do blog.


Como planejar suas vendas para o próximo ano

Como planejar suas vendas para o próximo ano

Daniel Arend Daniel Arend19 de novembro de 2019

O último trimestre, inclusive novembro, é o momento perfeito para realizar o planejamento anual de vendas de uma empresa. Isso porque em janeiro já é hora de colocar a mão na massa para a meta começar a ser atingida.

Caso contrário, se você parar no primeiro mês do ano para planejar, começará 2020 perdendo oportunidades. E possivelmente irá comprometer o resultado do ano inteiro.

A menos que a meta de fevereiro, por exemplo, fosse o dobro das outras para compensar a falta de vendas no mês 1. Mas, isso não é recomendado por não ser algo viável nem realista.

Aliás, uma dica para determinar metas realizáveis é analisar dados de anos anteriores para aquele período. Ex: antes de estabelecer a meta de maio 2020, o ideal é comparar com o mês 5 de 2019, 2018 e 2017. E veja também se os resultados foram diferentes do esperado por causa de algum evento.

Quer aprender um pouco mais sobre planejamento de vendas para 2020? Então acompanhe esse post Marketagem porque você vai conhecer pontos importantes que precisam ser levados em consideração. Confere só:

Definição de OKRs

Um ponto importante para planejar vendas para o próximo ano é determinar objetivos e metas com assertividade. Para isso, durante o planejamento é fundamental, determinar métricas que façam sentido acompanhar para analisar a performance das vendas no ciclo.

Para isso, a dica é usar a metodologia ágil Objectives and Key Results (OKRs). Isso porque facilita estabelecer objetivos claros para serem quebrados em metas colaborativas que serão mensuradas por indicadores-chave de desempenho (KPIs) regularmente.

Normalmente os ciclos de OKR são de 3 meses. Então, pelo menos, a cada trimestre, a equipe se reúne para conversar sobre os resultados do período. Dessa forma é possível entender o que deu certo (para manter e tornar ainda melhor futuramente) e o que não deu (para mudanças de rumo ou aprimoramento de táticas e estratégias).

Foco em KPIs relevantes

A análise de Key Performance Indicator é uma das bases para decisões no  planejamento do próximo ciclo. Portanto KPIs precisam ser escolhidos corretamente no planejamento de vendas. Por exemplo: se a meta for aumentar as vendas em 10% nos próximos 3 meses, analisar só a taxa de conversão do funil de vendas não irá mostrar o real resultado.

É preciso avaliar também o desempenho de outras métricas de venda como ROI, CAC e Ticket Médio. Dessa forma você entende (respectivamente) qual o retorno sobre investimento, qual o custo de aquisição por cliente e qual o valor médio gasto por consumidores do seu negócio. Ou seja, com esses KPIs têm muito mais dados relevantes para tomar decisões para o próximo ciclo.

Quer aprender mais sobre métricas de Marketing Digital? Confira esse post porque Victor Baptista explica os indicadores de vendas, marketing, conteúdo e anúncios. 

Planejamentos precisam estar alinhados para aumentar o faturamento (principalmente os de Vendas e Marketing)

Muito se fala em Inbound Marketing, mas é importante lembrar que a metodologia foi criada para facilitar as vendas online por meio de estratégias não invasivas (que não interrompem o conteúdo que você está vendo para anunciar produtos ou serviços). E ela pode ser aplicada tanto em Vendas B2B quanto em Vendas B2C.

Ou seja, o Marketing de Atração (como também é conhecido) nasceu para ser diferente do Marketing tradicional. Mas, hoje em dia, Inbound e Outbound são usados de maneira complementar por muitas empresas com excelentes resultados. Mas para isso, é necessário desenvolver um planejamento integrado para conciliar de maneira eficaz essas duas metodologias opostas.

Metas Inbound precisam ser definidas com foco no avanço dentro do funil e também na jornada do cliente

Vale lembrar que as Vendas Inbound são feitas com base em um aprofundamento no relacionamento entre prospects e empresa. Mas, para ocorrer de maneira eficaz, é indispensável que o setor de Marketing e Vendas estejam totalmente alinhados.

Já que o primeiro irá começar uma conversa, criar relacionamento e nutrir leads para que o último entre em contato na hora certa para realizar vendas consultivas. E para isso ocorrer em total sintonia, o planejamento de Marketing e o planejamento de Vendas precisam estar totalmente alinhados entre si e em relação aos objetivos do negócio.

Por esse motivo as metas do Marketing devem estar em conformidade com as do setor de vendas. O que facilita o fluxo do funil e a jornada do cliente. Embora sejam metas diferentes, elas precisam trabalhar para um mesmo objetivo: aumentar as vendas da empresa.

Esteja atento às tendências do mercado na hora de planejar

Muitas vezes quando o planejamento anual de vendas é realizado, lá no fim do ano anterior, o cenário é um. Só que com o passar do meses, fatores externos (imprevisíveis naquela época) podem começar a atuar.

Ou seja, podem acontecer decisões políticas e econômicas inesperadas que impactam todo o cenário e consequentemente suas vendas. Ou até mesmo lançamentos de alguns produtos ou serviços que mexem com o mercado e obrigam a mudar o planejado.

Para não ser surpreendido negativamente e poder agir o quanto antes, a dica é estar sempre antenado aos fatos e tendências na hora de realizar o planejamento de vendas e inclusive depois dessa etapa. E não deixe de anotar eventos e analisar seus impactos na hora da avaliação de resultados.

Conclusão

Planejar vendas para o novo ano é um processo complexo que requer pelo menos 1 trimestre de antecedência. Antes de iniciar o planejamento anual, é importante estar bem informado.

Portanto esteja sempre ligado nas tendências do mercado e acontecimentos impactantes. E também não deixe de analisar o máximo de dados passados da empresa referente a cada mês para facilitar a criação de metas viáveis.

Além disso, é importante também alinhar objetivos com o negócio em si e com outros setores relacionados como o Marketing. Principalmente se sua empresa investe em Inbound Marketing.
Quer aprender mais sobre Vendas e Atendimento? Então continue acompanhando o blog Marketagem. Toda semana tem conteúdo novo publicado!

Daniel Arend

Co-fundador do Marketagem

 


O que é Vendas Inbound e Outbound Sales: entenda as principais diferenças entre elas

Quem nunca ouviu que vender é uma arte? Essa ideia provavelmente surgiu com a atuação de vendedores durante o processo de Marketing Tradicional.



Mas, com a popularização da internet e o boom dos e-commerces mundo afora, algumas empresas passaram a criar e testar metodologias diferentes. Como é o caso da Venda Inbound, muito praticada no online, inclusive em Vendas B2B (entre empresas).


Vale lembrar que usar o Inbound Marketing não é a única maneira de vender online. Há também a metodologia Outbound que sofreu adaptações para alavancar vendas também na internet. Inclusive é possível até combinar as duas metodologias. O que é feito por alguns afiliados e por muitas empresas. 


Quer saber as principais diferenças entre Vendas Inbound e Vendas Outbound? Então acompanhe esse post Marketagem até o fim porque você vai entender direitinho!


O que é Vendas Inbound?


Metodologia criada por Brian Halligan, que é fundador e CEO da Hubspot, o Inbound Marketing tem como objetivo atrair clientes por meio de conteúdo relevante de qualidade em todas as etapas do funil e da jornada do cliente.


Como nesse processo de vendas, essa equipe é muito bem alinhada com a de Marketing, a abordagem continua sendo o aprofundamento do relacionamento e a resolução de problemas das pessoas. 



Portanto Inbound Sales é venda consultiva.  Então o profissional segue orientando e educando a audiência com o envio de materiais ricos, calls de apresentação, entre outras ações.       


Vale lembrar que devido ao alinhamento entre Vendas e Marketing no Inbound, uma das estratégias para produção de conteúdo é consultar as principais dúvidas registradas no SAC e também as maiores objeções enfrentadas pelos vendedores. 


Vendas Inbound: só no fundo de funil 


Quando lead vira oportunidade é o momento que a equipe de vendas entra em ação. Isso porque, em Inbound Sales, a abordagem é no momento certo: no fundo do funil de Marketing. 


Já que a pessoa está muito mais propensa a comprar o produto ou serviço do que quando tinha acabado de descobrir que algo poderia tornar a vida dela mais prática ou resolver seu problema (lá no início da jornada do cliente).


Portanto o setor de Inbound Sales lida com muito menos prospects do que tinha lá no topo do funil, porém essas pessoas tendem se tornar leads qualificados. Isso porque estão mais interessadas na solução da sua empresa e, no momento, apenas estão comparando preços com a concorrência.


Venda Consultiva é sobre orientar prospects


Quando o time de Inbound Sales aborda o possível cliente, a pessoa não costuma encarar o contato como algo invasivo (o que pode acontecer, por exemplo, com as cold calling da Venda Outbound). 


Até porque durante o processo de vendas, a empresa identificou inclusive a melhor forma de conversar com o prospect. O que pode resultar em menos objeções na hora de agendar uma reunião ou call para apresentação do produto ou serviço. 


Além disso, a abordagem é mais informativa (em conformidade com toda a metodologia Inbound Marketing) do que de convencimento propriamente dito como ocorre em métodos tradicionais.     


Vendas Outbound


Metodologia tradicional adaptada também para o online, as Vendas Outbound são aquelas baseadas em anúncios online e prospecção ativa. 



Portanto para a abordagem do prospect não precisa ter todo um relacionamento prévio para tentar convencê-lo a realizar a compra. É mais desenvolver antes técnicas de persuasão com bons argumentos de vendas mesmo. 


Cold Calling 


Um exemplo de estratégia tradicional de Outbound Sale é quando você pesquisa empresas na internet que tenham a ver com seu produto ou serviço para entrar em contato para vender.  


Para quem quer entender melhor sobre esse tipo de abordagem para alavancar vendas, a dica é ler o livro Receita Previsível de Aaron Ross (Predictable Revenue - título original em inglês). O autor explica como são as Cold Calling 2.0 e conta como elas se adaptaram na era digital. 


Mídia paga


É por meio dos anúncios online que as pessoas ficam sabendo da existência de promoções, produtos ou serviços. Por isso motivo o investimento em campanhas no Google Ads e Facebook Ads também são muito importantes no processo de vendas Outbound já que dão retorno ao curto prazo.


Mas, criar publicidade online não é assim tão simples quanto parece. Tanto que  para atingir suas metas de Vendas Outbound é necessário saber traçar estratégias que façam sentido para sua audiência e até mesmo aprender a configurar a ferramenta de maneira correta. 


E-mail Marketing serve para Inbound e Outbound


Quando o assunto é vendas online, não tem como deixar de falar das campanhas de E-mail Marketing. Isso porque elas servem tanto para Inbound quanto para Outbound embora as estratégias sejam opostas. 


Vale lembrar que as boas práticas de e-mail marketing são fundamentais para o sucesso da sua campanha. E o envio de SPAM, por exemplo, deve ser evitado nas duas metodologias de venda, mas principalmente em Inbound Sales.  


E-mails em Vendas Outbound 


Texto das campanhas tem o intuito de persuasão e convencimento para que a venda online se concretize o quanto antes. Por esse motivo as técnicas de Copywriting são muito usadas, além de outras estratégias de Marketing de Resposta Direta (Clica- Cadastra - Compra). 


Quer saber mais sobre como escrever textos persuasivos? Os gatilhos mentais são fundamentais. E para saber mais sobre isso, eu recomendo a leitura do livro “As Armas da Persuasão” de Robert B. Ciadini. 


E-mails em Vendas Inbound 


Já em uma campanha de E-mail Marketing em Inbound Sales, a ideia é nutrir o lead com conteúdos relevantes para aprofundar o relacionamento levando-o ao fundo do funil. Por isso Newsletters e outros materiais educativos e ricos são enviados.


Além disso, as interações são em tom de conversa, perguntas, recomendações, etc.  Ou seja, segue a metodologia do Marketing de Atração. Portanto nada de ficar empurrando produtos ou serviços e forçando a barra para vender antes da hora.


Isso porque é preciso respeitar a jornada do cliente. Além disso, os esforços de vendas são direcionados somente aos leads realmente qualificados quando já estão no estágio oportunidade do funil.    


Conclusão



Vendas Inbound e Vendas Outbound possuem metodologias muito diferentes para conquistar clientes. Mas, não é possível afirmar que uma é melhor do que a outra. Até porque elas funcionam muito bem juntas por serem complementares.


As Vendas Inbound são baseadas na metodologia do Marketing de Atração em que a prospecção não é ativa. A ideia é que as pessoas venham até as páginas da empresa. E para isso, o Inbound utiliza SEO e Marketing de Conteúdo como ferramentas indispensáveis.


Já as Vendas Outbound tem como base a prospecção ativa. Por isso faz uso de ferramentas como publicidade online e copywriting. 
Quer aprender mais sobre Vendas e Atendimento? Então acompanhe nosso blog. Assine nossa Newsletter para receber os posts em primeira mão. 


Daniel Arend

Co-fundador do Marketagem







Quero começar um e-commerce, o que preciso fazer?

Com um mundo em que as pessoas estão cada vez mais conectadas, é normal que boa parte das compras seja feita pela internet. Nesse cenário, vender pela internet se torna uma alternativa cada vez mais interessante.

Se você está pensando em como trabalhar com e-commerce, este post vai trazer um panorama do mercado e algumas dicas para dar os primeiros passos. Está preparado?

O mercado brasileiro

Um estudo realizado pelas empresas eBit e Nielsen mostrou que o faturamento do e-commerce no Brasil aumentou 18% em relação a 2017 no Brasil. 74% dos consumidores preferem comprar online no nosso país.

É o que mostra uma pesquisa do NZN Intelligence, que aponta também que 82% da população brasileira com acesso à internet já adquiriu produtos pela internet.

Uma pesquisa encomendada pelo Google indica ainda que, nos próximos anos, o mercado brasileiro de e-commerce deve continuar com um crescimento de dois dígitos.

Números promissores, não é mesmo?

Se você está animado para trabalhar com e-commerce, preparamos algumas dicas com os primeiros passos, desde o planejamento, até, realmente, colocar a mão na massa para criar seu site. Vamos lá?

1. Escolha que produtos vender

A primeira coisa para quem quer criar uma loja virtual é definir quais produtos serão vendidos. Você deve levar em conta que já existem milhares de lojas virtuais, então precisa se diferenciar.

Portanto, uma dica é escolher um nicho bem específico. Lembre-se que, se você escolher produtos muito genéricos, precisará concorrer com grandes varejistas online.

Então, por exemplo, ao invés de vender produtos de papelaria, você pode se especializar na produção de cadernos com capas personalizadas.

Além disso, é importante trabalhar com artigos sobre os quais você tenha algum conhecimento.

Fica bem mais fácil lidar com algo que você domina e gosta!

2. Saiba para quem vai vender

Você já sabe o que vai vender, agora precisa definir para quem. Quanto melhor você conhecer o público que está tentando atingir, melhores serão suas estratégias. Se você souber o perfil do seu consumidor, vai saber quais são suas dores e como resolvê-las com seu produto.

Por isso, a ideia é criar personas, ou seja, personagens fictícios que seriam seus clientes ideais.

Trace um perfil com idade, sexo, profissão, hábitos, aspirações e desejos. Você deve fazer isso para conseguir identificar melhor a jornada do consumidor.

Isto quer dizer que você vai prever qual o caminho que um usuário fará na internet nos momentos em que procura um produto, conhece sua marca e faz uma aquisição.

Se você tiver tudo isso previsto, fica mais fácil planejar como sua marca vai agir para entrar em contato com esse potencial cliente e, consequentemente, vender mais.

3. Conheça seus concorrentes

Por mais que você se diferencie, é pouco provável que sua marca seja a única do ramo.

Portanto, é importante mapear seus concorrentes e saber como eles estão trabalhando. Dessa forma, você consegue ver o que o mercado já está fazendo, absorver aquilo que é bem recebido pelo público e melhorar o que não está bom. 

Além disso, olhar para a concorrência vai te ajudar a ter uma noção para a precificação dos seus produtos e de como você vai posicionar sua marca no mercado.

Isso significa que você deve estabelecer se vai cobrar mais caro e oferecer um produto ou serviço mais completo que os concorrentes; ou, então, se vai tentar ganhar a clientela com preços mais baixos.

4. Crie seu e-commerce

Agora que você já definiu a estratégia inicial, chegou a hora de criar seu site.

Existem duas formas para que você faça isso: usar uma plataforma de e-commerce ou contratar um desenvolvedor.

Com a plataforma, você vai pagar uma mensalidade e ter um template personalizável para criar sua loja.

Além disso, você terá integração com vários aplicativos de meios de pagamento e de frete.

Já com o desenvolvedor, você terá maior liberdade para personalizar seu e-commerce exatamente como quiser, mas os custos serão mais altos, uma vez que toda a base será criada do zero.

Além disso, toda vez que você precisar fazer uma alteração, precisará da ajuda desse profissional.

Se você está pensando em como trabalhar com e-commerce, também precisa ficar atento a alguns detalhes.

Quando for fazer o cadastro dos produtos, capriche nas descrições e coloque boas fotos.

É assim que seu cliente vai conhecer os artigos, além de os textos sobre os produtos ajudarem no SEO da sua loja virtual.

5. Planeje o marketing digital

Depois de criar sua loja virtual, você precisa pensar em estratégias para que as pessoas a conheçam. O marketing digital é um grande aliado nesse quesito, além de ser financeiramente mais acessível que as ações offline e de permitir que você faça o monitoramento do comportamento das pessoas na internet.

Você pode criar estratégias de anúncios no Google e nas redes sociais, além de criar conteúdo nas suas páginas para atrair mais consumidores.

Mas, lembre-se, monitorar os resultados deve servir para que você possa otimizar suas campanhas!

6. Tenha paciência

Como trabalhar com e-commerce exige, à primeira vista, coisas menos complexas do que abrir outros tipos de negócio, as pessoas tendem a achar que vai ser mais fácil.

Assim como em qualquer outra empresa que você vá criar, o trabalho vai ser intenso!

Pode ser que você comece devagar, mas tenha calma!

Tire seu tempo para entender bem seu mercado e dar cada um dos passos de forma estratégica.

Entenda como sua operação vai funcionar para que você possa ter um crescimento saudável.

Com paciência, disciplina e trabalho duro, seu site vai começar a crescer.

Apesar de o mercado de e-commerces ser competitivo, há diversas oportunidades! O que você está esperando para abrir sua loja virtual?

Victoria Salemi

Victoria Salemi

Editora de Conteúdo na Nuvemshop







Afiliados: dá para ganhar dinheiro promovendo produtos dos outros?

Quem não quer ser nômade digital? Trabalhar em home office, sendo seu próprio patrão, ganhando muito dinheiro e ainda tendo tempo para curtir a vida. Na Era Mobile, isso é realmente possível. Tanto que acabou virando o sonho de grande parte dos brasileiros. Mas, é preciso ter cuidado para não se iludir com promessas de altos lucros da noite para o dia. 

Uma das formas de ganhar dinheiro pela internet, que vem sendo amplamente difundida, é o Marketing de Afiliados. O fato de poder aliar trabalho remoto, lifestyle e autonomia tem despertado o interesse de muitas pessoas em produzir conteúdo para divulgar produtos ou serviços de terceiros.

Mas, será que dá para ficar rico com comissões de vendas online? Lendo este post do Marketagem, você vai ficar sabendo o que são os afiliados, como funcionam os programas e algumas dicas sobre o que você precisa aprender caso decida que isso é realmente para você.  

O que é Afiliado

Mais conhecido como Programa de Afiliados, esse tipo de Marketing Online é tipo uma venda consignada no mundo offline. Só que você trabalha em casa ao invés de sair por aí batendo de porta em porta para tentar vender os produtos. 

Para ser um afiliado, é necessário se inscrever em plataformas específicas para isso. Lá você escolhe os produtos que vai vender online. Mas, vale lembrar que nesse tipo de programa, o recebimento do dinheiro não é por clique, mas por transações realizadas por intermédio seu. Ou seja: é comissão de vendas. 

Para ficar ainda mais claro, vou dar um exemplo offline: vamos supor que você comece a vender óculos de fábrica em consignação. A cada produto vendido, sua comissão está garantida. E aqueles que você não conseguir vender, é só devolver para o fabricante. 

Aparentemente você só tem a ganhar dependendo do seu esforço. Mas, não é bem por aí, porque houve seu investimento de tempo, além dos custos de deslocamento (combustível do veículo ou passagens de transporte público) e alimentação.

Claro que no online não tem gastos de deslocamento. Porém, eles são substituídos por outros como luz e internet (só para citar os mais óbvios). Então, antes de se tornar afiliado, é necessário calcular seu investimento e todo mês colocá-lo na planilha para ver se está valendo mesmo a pena esse tipo de trabalho. 

Como funciona o Marketing de Afiliados na prática

O trabalho não é rápido, simples ou fácil como pode parecer em um primeiro momento. Até porque você terá que investir bastante tempo criando estratégias e táticas para promover produtos de terceiros. Veja os 6 passos para ganhar dinheiro como afiliado:

E acredite: o passo 3 não é dos mais fáceis. Entre uma pessoa clicar no anúncio ou link externo e realizar de fato uma compra, há um grande abismo.... Pergunta só aos donos de e-commerce… 

  • Abandono de carrinho
  • Desistência de preenchimento de cadastro
  • Problemas com pagamento (análise de crédito, boletos que vencem, etc.)
  • Arrependimento de compra 
  • Entre outros

Então por mais que você faça sua parte direitinho (divulgação e convencimento), se a pessoa desistir de comprar por algum motivo, seus esforços terão sido em vão. Lembre-se: afiliado vive de comissão assim como os vendedores consignados offline.  

E quando tudo dá certo? Bom, você não será o primeiro a receber o dinheiro. Primeiro há a confirmação da venda por meio de rastreamento, depois o produtor recebe o pagamento do cliente e por último sua comissão entra na sua conta. Portanto é um retorno incerto e ao longo prazo. 

O que você precisa dominar antes de virar Afiliado

Agora que está ciente sobre os riscos de ser afiliado, caso você resolva trabalhar com esse tipo de Marketing Online, a dica é já ter algumas experiências e conhecimentos prévios para tentar faturar suas comissões de venda. Confira: 

Entender de Marketing Digital 

Se você tem apenas uma noção de como escrever textos persuasivos (Ads ou Copywriter) e sabe divulgar via Facebook, talvez isso não seja suficiente para você conseguir realizar vendas e ganhar suas comissões. 

Isso porque aprender a realizar campanhas de E-mail Marketing com estratégia, criar anúncios online (Google Ads/ Facebook Ads) e até mesmo entender de SEO faz toda diferença  para vender pela internet. 

Então uma Mentoria de Marketing Digital pode ajudar. Mas, para isso, você teria que ter um objetivo específico. Por exemplo: eu tenho um blog do nicho x que já tem Y seguidores e quero aprender estratégias de Marketing Digital para aumentar vendas. Dessa forma todas as suas aulas individuais seriam planejadas de acordo com seu objetivo.   

Ser Influencer Digital 

Quando você tem um blog ou canal de Youtube com bastante seguidores reais que são influenciados por seus conteúdos porque você já é autoridade no assunto, as chances de se dar bem como afiliado é muito maior. Isso porque você vai falar ou escrever sobre produtos ou serviços que, de verdade, podem ser uma solução para eles.

Ou seja, os resultados de um afiliado nessa condição, é totalmente diferente de um que tenha criado um canal do Youtube só para ser afiliado ou até mesmo feito uma conta no Instagram com o mesmo intuito. 

Experiência com Redes Sociais é fundamental

Saber criar diferentes estratégias para cada uma das redes sociais que você pretende usar na divulgação dos conteúdos sobre produtos ou serviços é indispensável. Isso porque facilita o engajamento, além de serem canais de comunicação entre você e sua audiência.    

Entender de Mídia Paga pode fazer toda a diferença

Anúncios online dão rápidos resultados. Por esse motivo os Ads não podem ficar de fora das suas estratégias de venda como afiliado. Mas, é necessário que você saiba criar estratégias que funcionam e escolha os canais certos. Afinal, tudo tem que fazer sentido. 

Planejar campanhas de E-mail Marketing 

Ferramenta muito útil para a estreitar relacionamento com a audiência, o E-mail Marketing precisa ser usado de forma estratégica. Não é só escolher uma plataforma e ficar enviando uma promoção atrás do outra para todos os seus contatos (até porque isso é SPAM!). 

Pelo contrário, é necessário planejar uma sequência de mensagens persuasivas com base em campanhas de E-mail Marketing bem segmentadas e que mantenham sempre o diálogo. Já as ofertas irrecusáveis precisam ser disparadas na hora certa.

Quando vale a pena ser afiliado

Construiu uma ampla base de dados com leads não comprados relacionados aos nichos que você pretende vender produtos online? Então pode ser que se tornar afiliado traga resultado.

  • Quando é uma das formas de monetizar seu blog ou canal de Youtube 
  • Quando você tem ampla base de contatos reais (potenciais clientes/ leads)
  • Quando você já é um influencer digital bem conhecido no seu nicho

Como ser um afiliado

Bom, existem várias Redes de Afiliados no Brasil como, por exemplo, Hotmart e Lomadee. A minha dica é: antes de realizar sua inscrição para promover produtos na internet, se informe muito sobre o assunto.

Leia atentamente as perguntas e respostas (FAC) e, se for isso mesmo que você quer, é importante escolher os produtos ou serviços que realmente tenham a ver com sua audiência e principalmente que sejam de sua confiança.

Conclusão 

Ser afiliado pode até ser uma das suas fontes de renda trabalhando como freelancer em casa. Mas, é preciso ter em mente que - não há fórmulas mágicas para ficar rico da noite para o dia - e que esse trabalho em especial é algo com resultado ao médio ou longo prazo.

Isso porque você irá concentrar seus esforços na divulgação de produtos de terceiros e também terá que convencer os internautas que fazem parte de um target nichado que as soluções são para eles.  

Além disso, tenha em mente que as comissões das suas vendas online não são resultados imediatos (e ainda dependem de fatores externos que você não tem domínio por mais que seja a persuasão em pessoa). 

Portanto minha dica é: diversifique suas formas de ganhar dinheiro porque os  lucros não são garantidos e previsíveis. Mas, se você está decidido a se tornar um afiliado, então minha dica é: não deixe de aprender Marketing Digital porque para alavancar vendas online requer estratégias que não existem no offline. 

Daniel Arend

Co-fundador do Marketagem







CEO, CFO, CTO: Entenda o que significa cada sigla e confira algumas dicas para chegar ao C-Level

Saber até onde você pode chegar é fundamental para planejar uma carreira de sucesso. E no Marketing Digital não é diferente. Por isso eu preparei esse post, que mais do que ensinar o que significa as principais siglas do C-Level, traz algumas dicas de como se preparar para conquistar sua vaga lá um dia. 

Cargos de direção podem parecer inatingíveis quando se está em início de carreira. Mas, se você começar a ter estratégia, determinação, paciência e correr atrás de desenvolver competências fundamentais é possível se preparar para exercer cargos executivos importantes em empresas como CEO, CMO, CIO, CTO, entre outros. Confira nosso post: 

CEO: significado da sigla e o que é  

Chief Executive Officer é o que significa essas 3 poderosas letrinhas. Ou seja, o CEO equivale ao diretor-geral de uma empresa ou ao presidente-executivo porque é a mais alta posição da hierarquia operacional da organização. Mas, vale lembrar que em grandes empresas, ele normalmente precisa se reportar ao Conselho Administrativo ou acionistas. 

Esse cargo de diretor-executivo é o mais famoso porque é comum ver matérias na imprensa com o CEO dando respostas em nome da empresa ou até mesmo em entrevistas com eles em sites e revistas de negócios. Por isso que você provavelmente lembrou logo de Mark Zuckerberg ou dos presidentes das marcas que mais gosta quando leu a palavra CEO neste post. 

C-Level 

Também conhecido como C-Suite, o termo C-Level se refere ao conjunto de cargos de diretores executivos de uma empresa principalmente em startups. Em português, C-Level pode ser traduzido literalmente como Nível C. 

E ganhou esse nome porque todos os cargos executivos começam com Chief e terminam com Officer (o que muda é a função principal que fica no meio como Marketing, Communication, Information ,Technology, etc;).   

Chief Officer: siglas e significados dos principais cargos

Na lista abaixo, você encontra alguns exemplos com foco nos que mais têm a ver com Marketing Digital. Mas, a lista completa é bem extensa e tende a aumentar com novas adaptações sendo feitas como é o caso de CSO que o significado você encontra abaixo: 

C-level
  • CMO: Chief Marketing Officer
  • CCO: Chief Communication Officer
  • CIO: Chief Information Officer
  • CTO: Chief Technology Officer
  • COO: Chief Operation Officer
  • CSO: Chief SEO Officer
  • CFO: Chief Financial Officer

Dicas para quem quer se tornar diretor executivo (Chief Officer)

Os cargos de CEO, CMO, CIO, CTO, CFO, COO, etc. são o sonho de muita gente. Para conquistá-los, é preciso anos de experiência, conhecimentos sólidos e competências específicas como a boa e velha liderança. Quer transformar sonho em resultado? Então se liga nas dicas abaixo: 

Planeje sua carreira desde cedo

Como você já sabe, os cargos de Chief Officer (C-Level) estão no mais alto escalão das empresas. Então a menos que você funde uma, você terá um grande caminho a percorrer no mercado. 

A boa notícia é que o tempo pode favorecer seus planos. Basta você planejar sua carreira e tomar decisões sábias que conduzam ao resultado desejado: integrar o C-Suite. Então minha dica é fazer isso o quanto antes. 

Comece já nos primeiros períodos da faculdade. Dessa forma você pode antecipar as matérias que agregam mais ao seu plano de carreira e consegue se aprofundar nas relevantes com cursos de extensão que colaborem com seu objetivo. 

E lá no 3º período (que normalmente é a exigência mínima das empresas em seleções de estagiários), é hora de correr atrás de estágios que vão levá-lo onde você quer chegar.  

Acompanhe líderes nas redes sociais para aprender e se inspirar 

Se você quer ser CEO daqui há 10 anos, a minha dica é observar o que os executivos C-Suite da empresa que você gostaria de trabalhar estão fazendo hoje. 

Também funciona seguir líderes no LinkedIn porque, além de você ver os passos que eles deram na carreira antes de chegar ao C-Level, é possível aprender com quem sabe, adquirir conhecimentos e ainda ganhar uma boa dose de inspiração e motivação para você seguir sua jornada.

Acompanhar canais no Youtube e outras redes sociais da empresa que pretende trabalhar também é fundamental. 

Desenvolva sua liderança

Ter vasta experiência como líder é requisito para ser CMO, CIO ou qualquer outro tipo de diretor executivo. Mas, não espere se tornar coordenador para desenvolver essa competência. 

Existem muitas formas de colocar em prática sua liderança até mesmo na sua vida pessoal (até porque líder não é sinônimo de chefe). Quando você luta por uma causa, por exemplo, e toma a iniciativa de coordenar e motivar equipes de pessoas que colaboram com ela, você já está exercendo sua liderança. 

Mas, não é só no trabalho voluntário que é possível fazer isso. Basta identificá-las e colocá-las em prática na sua vida ou carreira.   

Reúna experiências e competências necessárias para o C-Suite

O mercado exige determinadas formações acadêmicas. Dos diretores executivos do C-Level, por exemplo, são cobrados:

  • Formação superior compatível com o cargo
  • MBA em área relevante
  • No mínimo 5 anos de experiência em função de liderança
  • Entender tudo sobre o negócio da empresa
  • Habilidades de negociação, comunicação, estratégia, gestão de pessoas, projetos e processos 
  • Skills específicos de cada cargo  

Prepare-se para a vaga específica de diretor executivo que você quer

Por exemplo: quer ser CMO? Uma dica importante para ficar mais fácil conseguir desenvolver as competências necessárias e ter o perfil desse diretor executivo é ficar de olho nas vagas que são publicadas em sites de emprego ou da organização que você quer trabalhar. E se possível faça uma mentoria na área para receber orientações de quem já chegou lá.  

Converse com empreendedores e C-Level executives quando tiver oportunidade

Antigamente fazer isso era quase impossível se você não fosse da imprensa ou do alto escalão da empresa deles. Mas, hoje em dia, dá perfeitamente.

Isso porque CEOs de startups, por exemplo, costumam estar sempre abertos a conversas em webinars, no LinkedIn e até em eventos de Marketing Digital, entre outros. 

Muitos CMOs estão conversando com você por e-mail e criam inclusive um canal para responder dúvidas. Então aproveite para fazer perguntas relevantes sobre carreira, negócios, entre outros questionamentos que possam agregar a sua vida profissional.

Conclusão

Ocupar a posição de CEO, CMO, CIO ou qualquer outro cargo de diretor executivo não precisa ser um sonho impossível. 

Se você se planejar, seguir passo a passo, estiver aberto ao aprendizado e, claro, correr atrás de desenvolver as competências necessárias com foco, determinação e paciência, é possível chegar ao C-Level sim! Ou até mesmo virar um empreendedor. 

Quer saber mais sobre o mercado de Marketing Digital para planejar bem sua carreira, além de aprender sobre o tema? Então continue acompanhando nosso blog! 

Daniel Arend

Co-fundador do Marketagem







Gerente de Redes Sociais: profissão em alta no mercado de marketing digital

Carreiras em mídias sociais são cada vez mais necessárias nas empresas de todo o  mundo. E não é diferente no Brasil, embora o mercado ainda esteja começando a amadurecer, as organizações já entenderam a importância de marcar presença digital, por exemplo, no Instagram e Facebook que são as redes sociais mais usadas em nosso país.

E para isso, é necessária a contratação de profissionais qualificados inclusive em posições de liderança. Por esse motivo, Gerente de Redes Sociais é um cargo em alta no meio digital que oferece salários atrativos para os profissionais de Comunicação ou Marketing (cerca de R$ 5 mil - remuneração inicial) .

Quer conhecer mais sobre a vaga de Gestor de Mídias Sociais? Então acompanhe este post até o fim porque você vai descobrir como se preparar para exercer essa profissão que já foi considerada do futuro. Mas, que agora é fundamental nas empresas que utilizam estratégias avançadas de Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing. Confira! 

O que é um gestor de redes sociais

É quem está à frente de todo o processo de planejamento, execução e análise de mídias sociais de uma empresa. O que colabora com o Branding e facilita a criação de vínculo com clientes atuais e potenciais. 

  • social media

Sem contar que uma boa gestão de redes sociais ainda contribui com o crescimento da receita. Isso porque ter conceito único aumenta consideravelmente as chances das marcas serem amadas e lembradas. Além, é claro, de seus produtos ou serviços serem mais adquiridos.

Gorila da Gorilla Brand

Gerar comunidade e relacionamento é a principal função do trabalho em Redes Sociais segundo o Diretor Fundador da GorillaBrand Agency, Hector Muniz. ”Quando trabalhamos com social media, sempre consideramos o espectro do relacionamento como uma ferramenta de apoio ao que esperamos de resultado no ROI” - esclarece ele.  

Mas, vale lembrar que para isso ocorrer, é necessário que o profissional entenda bastante de processos gerenciais e até mesmo de ferramentas e suas vantagens e desvantagens para tomar as melhores decisões. 

O que faz um gerente de social media

Une análise, criatividade e estratégia para que a equipe de redes sociais, sob sua liderança, consiga conectar a marca aos usuários no Instagram, YouTube, etc. de maneira positiva criando assim um vínculo forte entre empresa e pessoas. Para isso, esse profissional realiza uma série de atividades como: 

  • Planejamento, criação e análise em mídias sociais
  • Toma decisões com base em métricas e dados de monitoramento das redes sociais  da empresa 
  • Cria o tom de voz da marca que deve ser seguido não apenas nas mídias sociais, mas do site ao atendimento 
  • Conhece profundamente quem é o público-alvo da organização e como se comporta nas redes sociais, além de acompanhar a concorrência para fazer a análise de cenário e estabelecer social benchmarking 
  • Define quais mídias sociais a empresa deve investir em presença digital  
  • Aprova planejamento editorial e melhores formatos de conteúdo a serem postados em cada social media
  • Analisa indicadores 
  • Elabora planos estratégicos, táticos e operacionais para a empresa inclusive plano de gestão de crise para redes sociais 
  • Apresenta relatórios para a diretoria

Assim como em outros cargos gerenciais, esse profissional atua também liderando pessoas. Sua equipe normalmente é composta por Analista de Redes Sociais, SAC 2.0, Estagiário de Marketing Digital ou Redes Sociais e Coordenador de Mídias Sociais. Sendo o Gestor de Redes  Sociais subordinado à diretoria. 

Como se tornar gerente de redes sociais

Muitas empresas podem colocar cargos com nomes diferentes e até inserir a Gerência de Social Media em Comunicação e Marketing. Mas, para ser Gerente de Mídias Sociais, você precisa ter experiência de cerca de 5 anos. Portanto é necessário ter passado pelo operacional como Analista de Mídias Sociais e já ter experiência em cargo de liderança  tendo exercido a função de coordenador. 

Trilha de carreira

  • Gerente de redes sociais
  • Coordenador de redes sociais
  • Supervisor de Comunicação, Marketing ou Mídias Sociais
  • Analista de redes sociais
  • Trainee/Estagiário de redes sociais

Formação e experiências profissionais

  • Graduação em Comunicação Social (Jornalismo, Publicidade ou Relações Públicas) ou em Marketing Digital 
  • Ter vasta experiência com gestão de projetos e processos em social media, coordenação de equipes de Mídias Sociais e gerenciamento de crises na área
  • Ser hard user de redes sociais é fundamental 
  • Ter domínio das principais ferramentas de monitoramento, planejamento e análise de redes sociais (Analytics) e de influenciadores digitais
  • Ter conhecimento de SEO, metodologias ágeis, Branding, mas entender tudo sobre o negócio da empresa, de Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo 
  • Desenvolver liderança, perfil analítico, criativo, inovador e senso crítico

Diferenciais competitivos 

  • MBA em Gestão de Redes Sociais, Marketing Digital, Inteligência de Negócios ou Gestão e Liderança costuma ser um diferencial  
  • Domínio de Inglês Fluente e/ou Espanhol

Quanto ganha um gestor de social media

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O salário do gerente de redes sociais costuma variar de acordo com o porte da empresa que o profissional vai trabalhar, com o nível de experiência da pessoa e até mesmo com a região do Brasil que atua. 

De acordo com o Glassdoor, a média salarial de um Gerente de Redes Sociais é R$ 2.052 podendo chegar a R$ 9.000 (o que é considerado uma remuneração alta). Já a Associação Brasileira de Agentes Digitais (ABRADI), constatou que o salário médio, em 2018, para o cargo de gerente de redes sociais era em torno de R$ 10 mil.

Segundo o site Vagas.com, um coordenador de mídias sociais, que é o cargo abaixo do Gerente de Redes Sociais, recebe em média no Brasil, R$ 3.071,00 sendo que em cargo sênior a remuneração pode chegar a R$ 4.862. Portanto um gestor de mídias sociais júnior pode esperar ganhar algo em torno de R$ 5.000 como remuneração inicial.  

Conclusão

Ser Gerente de Redes Sociais não é tarefa fácil. Para conquistar a vaga, é necessário anos de experiência no mercado, desenvolver competências como liderança e perfil analítico. Mas, não é impossível chegar lá, principalmente quando você planeja sua carreira em Mídias Sociais com bastante antecedência.   

Com tantos degraus a serem superados, é preciso ter foco, planejamento, determinação e visão de carreira. Isso tudo sem deixar de acompanhar as inovações do mercado e aprofundar seus conhecimentos específicos sobre mídias sociais. 

Por esses motivos uma Mentoria de Marketing Digital e/ou de Instagram pode facilitar muito atingir seu objetivo. Isso porque você vai aprender com experts na área o que precisa para se tornar um Gestor de Mídias Sociais em aulas individuais e personalizadas planejadas para esse propósito. 

Daniel Arend

Co-fundador do Marketagem